quarta-feira, 17 de junho de 2015

PSICOLOGIA SOCIAL - Trabalho Elaborado e Organizado por Vieira Miguel Manuel

ÍNDICE



Página
 



              2.1.1 TIPOS DE GRUPOS…..…………………..………………………………….…4
           2.2.1 ESTILOS DE LIDERANÇA……………………………………………… ……..5
           2.2.2 OS PRINCIPAIS ESTILOS DE LIDERANÇA……………………………….…5
           2.5.1 CONHECER O CONCEITO DE ESTATUTO………………………………….8
           2.5.2 CONHECER O CONCEITO DE PAPEL……………………………………….8
           2.5.3 COMPREENDER A RELAÇÃO ENTRE ESTATUTO E PAPEL……………9


                3.1.1 SUGESTÕES………………………………………………..…………………10
             3.1.2 RECOMENDAÇÕES…………………………………………………..………10



 





Psicologia social é um ramo da psicologia que estuda como as pessoas pensam, influenciam e se relacionam umas com as outras. Surgiu no século XX como uma área de aplicação da psicologia para estabelecer uma ponte entre a psicologia e as ciências sociais (sociologia, antropologia, geografia, história, ciência política). Sua formação acompanhou os movimentos ideológicos e conflitos do século, a ascensão do nazi-fascismo, as grandes guerras, a luta do capitalismo contra o socialismo, etc. O seu objecto de estudo é o comportamento dos indivíduos quando estão em interacção, o que ainda hoje, é controverso e aparentemente redundante pois como se diz desde muito: o homem é um animal social.


Quando observamos as camadas mais pobres da nossa sociedade, percebemos que nelas existem pessoas com pensamentos diferentes, culturas diferentes, histórias de vida singulares, mas que se cruza se complementa, numa realidade social estereotipada, fragmentada pelo capitalismo, pelas desigualdades e descrença nos poderes, na sociedade e no ser humano. O papel do psicólogo é de fundamental importância, pois este profissional faz o uso de seus conhecimentos para poder intervir nos sistemas, contribuindo pela busca de melhores condições às sociedades e seus membros.


O trabalho está estruturado por uma capa, índice, introdução, 9 páginas de desenvolvimento, conclusão e bibliografia, o trabalho como um todo está estruturado por 11 páginas.


Alienação

É quando uma pessoa age sem saber das coisas. É uma pessoa que vive e faz sua parte, mas não se importa e não sabe o que acontece a seu redor.

Unânime

Quando todos concordam com uma ideia ou proposta, sem nenhuma excepção.


O trabalho foi realizado à base de pesquisas a partir da internet e por meio de outros livros disponíveis, durante a nossa busca, de psicologia.



A psicologia social aborda as relações entre os membros de um grupo social, portanto se encontra na fronteira entre a psicologia e a sociologia. Ela busca compreender como o homem se comporta nas suas interacções sociais. Para alguns estudiosos, porém, a comparação entre a Psicologia Social e a Sociologia não é assim tão simples, pois ambas constituem campos independentes, que partem de ângulos teóricos diversos. Há, portanto, uma distância considerável entre as duas, porque enquanto a psicologia destaca o aspecto individual, a sociologia se atém à esfera social.

O que a Psicologia Social faz é revelar os graus de conexão existentes entre o ser e a sociedade à qual ele pertence, desconstruindo a imagem de um indivíduo oposto ao grupo social. Um postulado básico dessa disciplina é que as pessoas, por mais diversificadas que sejam, apresentam socialmente um comportamento distinto do que expressariam se estivessem isoladas, pois imersas na massa elas se encontram imbuídas de uma mente colectiva. É esta instância que as leva a agir de uma forma diferente da que assumiriam individualmente. Este ponto de vista é desenvolvido pelo cientista social Gustave Le Bon, em sua obra Psicologia das Multidões. Este pesquisador esteve em contacto com Freud e, desse debate entre ambos, surgiu no alemão o conceito de ‘massa’, que por problemas de tradução ele interpretou como ‘grupo’, abordando-o em suas pesquisas, que culminariam com a publicação de Psicologia de Grupo, em 1921.

A Psicologia Social também estuda o condicionamento – processo pelo qual uma resposta é provocada por um estímulo, um objecto ou um contexto, distinta da réplica original – que os mecanismos mentais conferem à esfera social humana, enquanto por sua vez a vivência em sociedade igualmente interfere nos padrões de pensamento do Homem. Esse ramo da psicologia pesquisa, assim, as relações sociais, a dependência recíproca entre as pessoas e o encontro social. Estas investigações teóricas tornam-se mais profundas ao longo da Segunda Guerra Mundial, com a contribuição de Kurt Lewin, hoje concebido por muitos pesquisadores como o criador da Psicologia Social.

Categorias fundamentais da psicologia social

A Psicologia Social é a ciência que procura compreender os “como” e “porquês” do comportamento social. A interacção social, a interdependência entre os indivíduos e o encontro social. Seu campo de acção é portanto o comportamento analisado em todos os contextos do processo de influência social.

Estuda as relações interpessoais:

- Influências;
- Conflitos; comportamento divergente
- Autoridade, hierarquias, poder;
- O pai, a mãe e a família em distintos períodos históricos e culturas
- A violência doméstica, contra o idoso, a mulher e a criança

Investiga os factores psicológicos da vida social:

- Sistemas motivacionais (instinto);
- Estatuto (status) social;
- Liderança;
- Estereótipos (estigma);
- Alienação;
- Identidade, valores éticos;

Teoria das representações sociais, a Produção de Sentido, Hegemonia Dialética Exclusão /Inclusão Social

Analisa os factores sociais da Psicologia Humana

- Motivação;
- O processo de socialização
- As atitudes, as mudanças de atitudes;
- Opiniões / Ideologia, moral;
- Preconceitos;
- Papéis sociais
- Estilo de vida (way of life - modo ou gênero de vida)

Naturalmente a subdivisão dos temas acima enumerados é apenas didáctica os mesmos estão intrinsecamente relacionados. Observe-se também que muitos desses temas e conceitos foram desenvolvidos ou são também abordados por outras disciplinas (e inter-disciplinas) científicas seja das ciências sociais ou biológicas, cabe ao pesquisador na sua aproximação do problema ou delineamento da pesquisa estabelecer os limites e marco teórico de sua interpretação de resultados. Pode-se ainda dar um destaque aos temas:

Agressão humana (violência)

Ø  Trabalho e Ação Social
Ø  Relações de Gênero, Raça e Idade
Ø  Psicologia das Classes Sociais – Relações de Poder
Ø  Questões sócio-políticas
Ø  Dinâmica dos Movimentos Sociais
Ø  As Multidões ou Massas
Ø  Saúde mental e justiça: interfaces contemporâneas,

Efeitos dos diferentes tipos de liderança: Os diferentes tipos de liderança provocam diferentes efeitos, quer ao nível da produtividade do grupo, quer ao nível da satisfação dos membros do grupo.




O conceito de grupo

Os seres humanos vivem em sociedade, integrados em grupos. Este fato, pode ser facilmente confirmado pela nossa experiência todos os dias. Pertencemos a uma família, assistimos a uma aula integrados num grupo, a turma; participamos em actividades com outras pessoas (grupo de amigos); pertencemos a um grupo religioso, partido político ou a uma associação. A nossa participação social manifesta-se, deste modo, em vários níveis e com várias finalidades e objectivos.

Pode-se afirmar que o grupo é uma unidade social, é um conjunto de indivíduos, mais ou menos estruturado, com objectivos e interesses comuns cujos elementos estabelecem entre si relações, isto é, interagem. Assim, um conjunto de pessoas constitui um grupo quando:

       Interagem com frequência
       Partilham de normas e valores comuns
       Participam de um sistema de papéis
       Cooperam para atingir determinado objectivo
       Reconhecem e são reconhecidos pelos outros como pertencentes ao grupo

A psicologia social vai procurar conhecer e caracterizar o comportamento das pessoas enquanto membros de um grupo. A complexidade da questão reside no fato de, no interior dos grupos, se desenvolverem múltiplas interacções. Além disso, uma mesma pessoa pode pertencer a vários grupos.

2.1.1 TIPOS DE GRUPOS

Podemos distinguir os grupos segundo múltiplas variáveis. A dimensão do grupo, os seus objectivos e tarefas, a sua função social e o tipo de interacções e comunicação que os seus elementos estabelecem. Assim distinguem-se, geralmente, dois tipos de grupo: os grupos primários e os grupos secundários, que se diferenciam fundamentalmente pelo tipo de relacionamento.

Os grupos primários

São grupos de pequenas dimensões, caracterizados por motivações afectivas. A comunicação é directa, face a face. As relações são muito frequentes. Exemplo: família, grupo de amigos, turma, etc.

Os grupos secundários

Geralmente formados por um maior número de elementos, a comunicação e as relações que se estabelecem não são directas. O relacionamento está marcado pela formalidade e impessoalidade. Exemplo: empresas, sindicatos, partidos políticos, etc.


No interior dos grupos estabelece-se uma divisão de funções e relações de cooperação entre os seus membros. O tipo de tarefas, estrutura, organização e normas variam. Contudo há um elemento comum a quase todos os grupos, a existência de um líder. Mesmo nos grupos mais pequenos, há a tendência para se escolher entre os seus membros um elemento que coordene a actividade colectiva, para melhor atingir os objectivos definidos, para afirmar o próprio grupo. A liderança é o processo pelo qual alguém tente influenciar os outros na realização dos objectivos pretendidos.

2.2.1 ESTILOS DE LIDERANÇA

Não existe um estilo único de liderança: há diferentes formas de o líder exercer a sua influência e poder. Diferentes estilos de liderança geram diferentes tipos de líder, diferentes atitudes no interior dos grupos, diferentes comportamentos individuais

Kurt Lewin desenvolveu, nos EUA, em 1939, um conjunto de investigações sobre atmosferas de liderança, orientando o seu trabalho no estudo da relação do líder com os elementos do grupo.

2.2.2 OS PRINCIPAIS ESTILOS DE LIDERANÇA

Autoritária

O líder toma decisões sem consultar o grupo; fixa as tarefas de cada um e o modo como as concretizar; não há espaço para a iniciativa pessoal; é um tipo de liderança geradora de conflitos, de atitudes agressivas e de frustração. A produtividade é elevada, mas a realização das tarefas não é acompanhada de satisfação.

A liderança permissiva/liberal

O líder funciona como um elemento do grupo e só intervém se for solicitado. É o grupo que levanta os problemas, discute as soluções e decide. O líder não intervém na divisão das tarefas. Este tipo de liderança quando o grupo não tem capacidade de auto-organização pode surgir conflitos e pouca satisfação no desempenho das tarefas.

A democrática

O grupo participa na discussão da programação de trabalho, na divisão das tarefas, sendo as decisões tomadas colectivamente. O líder assume uma atitude de apoio, integrando-se no grupo, sugerindo alternativas sem, contudo, as impor. A produtividade é boa, mas sobretudo, verifica-se uma maior satisfação e criatividade no desempenho das tarefas, assim como, um espírito de solidariedade entre os elementos do grupo.




No interior do grupo, por mais pequeno que seja, estabelecem-se comunicações entre os seus membros. Designa-se por redes de comunicação os canais e o modo como as pessoas se relacionam no interior de um grupo. As redes de comunicação reproduzem os modelos de transmissão de mensagens que se estabelecem entre os membros de um grupo. Kurt Lewin estudou as influências das comunicações no grupo e as transformações provocadas pela utilização de diferentes canais de comunicações. Kurt Lewin orientou experiências com grupos de cinco pessoas, organizando-as em três tipos de rede:

1.    Rede em estrela
2.    Rede em círculo
3.    Rede em cadeia

Este investigador procurou avaliar, as diferentes redes de comunicação, através dos seguintes parâmetros:

Ø  O número de mensagens emitidas
Ø  O número de erros cometidos
Ø  O tempo necessário para resolver o problema
Ø  O moral do grupo

Lewin organizou os grupos em três tipos de rede, chegou às seguintes conclusões:

1º.  O grupo organizado em estrela

Rede centralizada em que cada membro só pode comunicar com o chefe, que detém e controla toda a informação; resolvia mais rapidamente os problemas, o número de mensagens era reduzido e os erros cometidos irrelevantes.

2º.  O grupo organizado em círculo

Rede descentralizada, em que os seus membros podem comunicar livremente entre si, gastava mais tempo a resolver os problemas, sendo as mensagens e os erros em maior número, contudo, os participantes apresentavam um maior nível de satisfação dos trabalhos

3º.  Na rede em cadeia

Rede descentralizada, as mensagens transmitidas correm o risco de se perderem e/ou deturparem sendo a comunicação mais lenta.






A interacção grupal consiste na influência que os membros de um grupo exercem entre si. Por isso, a influência é mútua. A influência social manifesta-se em três grandes processos: a normalização, o conformismo e a obediência.

Normalização

As normas fazem parte integrante da vida social, sendo veiculadas através do processo de socialização. São uma expressão da influência social. As normas reflectem o que é socialmente desejável numa dada cultura, regulam as interacções sociais e orientam o comportamento. Na maior parte das vezes, não temos consciência de que as estávamos a cumprir. As normas apresentam modelos de comportamento que são partilhados pelos elementos dos grupos sociais, permitindo prever o comportamento dos outros.

As normas traduzem o conjunto de valores, atitudes, constituindo-se como factor de coesão grupal. Dá-se o nome de normalização ao processo de elaboração de normas por parte dos elementos de um grupo quando elas não existem de forma explícita. As normas, não permitirem prever os comportamentos, asseguram a estabilidade social.

Conformismo  

O conformismo é uma forma de influência social que resulta do facto de uma pessoa mudar o seu comportamento ou atitudes por efeito da pressão de grupo. O conformismo, como forma de influência social, é inerente à vida dos grupos. O respeito pelas normas é uma manifestação de conformismos, sendo condição de sobrevivência dos próprios grupos.

Há factores que podem favorecer um comportamento conformista:

A unanimidade do grupo, a natureza da resposta, a ambiguidade da situação, a importância do grupo e a auto-estima.

O pensamento grupal refere-se a um fenómeno que pode ocorrer quando a motivação de um grupo para chegar ao consenso é tão forte que os elementos que o constituem perder a capacidade crítica.

Obediência

A obediência é uma manifestação da influência grupal que ocorre quando as pessoas não se sentem responsáveis pelas acções que cometem sob ordens de uma figura de autoridade. As experiencias levadas a cabo por Milgram levaram-no a concluir que há condições que favorecem o comportamento de obediência: a proximidade com afigura de autoridade, a sua legitimidade, a proximidade da vitima e a pressão do grupo. O respeito pelas normas é uma das condições da coesão dos grupos sociais, sendo, por isso, o seu desrespeito objecto de crítica e sanções.

A Psicologia Social pode ser definida como ciência que estuda as interacções entre o indivíduo e a sociedade ou como a ciência que estuda as manifestações comportamentais suscitadas pela interacção de uma pessoa com outras, ou pela mera expectativa que esta interacção venha a ocorrer.

2.5.1 CONHECER O CONCEITO DE ESTATUTO

Estatuto deriva da palavra latina status que significa posição vertical, situação, condição. O estatuto é a situação de um indivíduo, pelas relações – de posição ou hierarquia – em que se encontra face a outros membros do seu grupo social. Esta posição é o resultado de uma avaliação feita pelo seu grupo de pertença e determina certas expectativas de comportamento dos outros face ao estatuto que possuímos (os nossos direitos).

Resumidamente pode-se definir estatuto como conjunto de comportamentos que um indivíduo espera da parte dos outros tendo em conta a sua posição no grupo.

Estabelece-se geralmente uma distinção entre os estatutos adquiridos e os atribuídos ou prescritos.

       Os estatutos atribuídos ou prescritos são impostos a todas as pessoas logo à nascença, estes estatutos são adquiridos por simples factos, como pertencer ao género masculino ou feminino, ou a uma determinada etnia, etc. Sendo assim, conclui-se que são estatutos que o indivíduo adquire sem nada ter feito para isso.

       Os estatutos adquiridos são aqueles em que o indivíduo possui tendo contribuído para a sua obtenção, dependem essencialmente dos nossos esforços, da nossa iniciativa, da nossa vontade (profissão, nível de formação académica, conquista de prestígio ou poder, etc.).

Sendo assim, podemos concluir que existem vários factores – a idade, o sexo, a profissão, o nível económico, a educação, as habilitações académicas – que determinam o estatuto social.

2.5.2 CONHECER O CONCEITO DE PAPEL

Papel é o comportamento que os outros esperam de nós em função do estatuto que possuímos (os nossos deveres perante os outros). Estes papéis estão socialmente definidos e são por isso mesmo passíveis de avaliação dos restantes membros dos grupos. O papel depende do estatuto social.

Compreender que a multiplicidade de estatutos e papéis pode originar conflitos

O desempenho simultâneo de vários papéis sociais pode ser gerador de conflitos no indivíduo que os desempenha. Face à incompatibilidade, a pessoa que vive o conflito vivência sentimentos de ansiedade e tensão:
Distinguem-se geralmente três tipos de conflitos:

   1 - Conflitos interpapéis (ou incompatibilidade de papéis)
   2 - Conflitos intrapapéis
   3 - Conflito de descontinuidade de papéis

No conflito interpapel o indivíduo desempenha vários papéis de expectativas incompatíveis. Por exemplo, uma pessoa que tenha simultaneamente o papel de aluno de curso superior e o papel de monitor passa a possuir obrigações face aos colegas e face ao professor de quem é monitor, e os seus papéis rapidamente entram em conflito (em determinadas situações e momentos podem não ser possíveis comportamentos compatíveis entre dois ou mais papéis).

O conflito intrapapel surge quando um único papel solicita comportamentos incompatíveis. Por exemplo o papel de um médico de uma empresa implica simultaneamente salvaguardar o bem-estar físico dos empregados e minimizar as despesas médicas da empresa empregadora (um papel pode exigir mais do que um comportamento).

O conflito de descontinuidade de papéis ocorre quando um indivíduo passa a desempenhar funções inferiores às anteriormente ocupadas. Corresponde geralmente a uma perda de poder e prestígio.

2.5.3 COMPREENDER A RELAÇÃO ENTRE ESTATUTO E PAPEL

Os papéis que assumimos nos grupos a que pertencemos definem as obrigações e os comportamentos que os outros esperam de nós. O papel está dependente da posição que ocupamos num dado grupo, ou seja, do nosso estatuto. Assim, o estatuto decorre do poder e prestígio que se detém num dado grupo.

Podemos também concluir que perante várias situações/grupos um indivíduo pode assumir diferentes estatutos e consequentemente diferentes papéis, e que o bom funcionamento do sistema social assenta na reciprocidade de estatutos e papéis.



CAPÍTULO III






Depois da pesquisa feita, chegamos à conclusão de que nós, os seres humanos, somos sociais. Vivemos em grupos, sociedades e culturas. Organizamos as nossas vidas em relação com outros seres humanos e somos influenciados pela história, pelas instituições e pelas actividades. Se há quem exalte ou quem condene a sociedade, não restam dúvidas de que os outros desempenham grande importância nas nossas vidas. Em suma, o estudo das pessoas enquanto seres sociais é o que a Psicologia Social aborda.



A proposta ou sugestão básica do estudo da representação social é a busca de compreensão do processo de construção social da realidade, para retomar a expressão aspectos conceituais dentro da sociedade. Como um todo, percebemos que ela pode ser entendida enquanto um conjunto de posições sócias ou departamento da organização que se ocupa com um conjunto. Sendo a representação social compreendida enquanto conteúdo e processo, seu estudo remete necessariamente aos processos perspectivos e imaginários do sujeito, às forças sociais e conteúdos culturais subjacentes às relações numa sociedade determinada, bem como à sua função mediadora entre indivíduo e sociedade. Deste modo, a Psicologia social está presente na vida e no modo de viver de todos os seres humanos. Somente através de tal compreensão da natureza humana, poderá vir à capacidade para dirigir, subsidiar e melhorar o comportamento humano em todas as dimensões: Física- Social - Emocional – Intelectual – Espiritual e Moral.

3.1.1 SUGESTÕES

Uma vez que o trabalho a que fomos designados a efectuar foi tão imprescindível e proveitoso no desenvolvimento dos nossos conhecimentos e aprendizado, sugerimos ao nosso estimado professor que nos transmita mais conhecimentos relacionados à Psicologia Social.

3.1.2     RECOMENDAÇÕES

Recomendamos a todos leitores deste trabalho ou fascículo, que mais duque a costumeira atenção aos conteúdo existente nele, visto que aborda um indispensável e importante tema do estudo da Psicologia.




FARR, ROBERT. M. As raízes da psicologia social moderna. RJ, Vozes. 2008

FURTADO, O.; BOCK, A.M. e TEIXEIRA, M.L. Psicologias : uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo, Saraiva, 2002.

LANE, S. & SAWAIA, B. (orgs.). Novas veredas da psicologia social. São Paulo: Brasiliense: EDUC, 1995.

LANE, S. T. M e CODO, W. (orgs). Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1984.

McDAVID, J. W. e HARARI, H. Psicologia e comportamento social. Rio de Janeiro: Interciência, 1980

PIAGET, JEAN. A psicologia. Lisboa, Livraria Bertrand, 1970

PARIGUIN, B.D. A psicologia social como ciência. RJ Zahar, 1972

RAMOS ARTHUR. Introdução à psicologia social. RJ, Casa do estudante do Brasil, 1957



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