terça-feira, 6 de outubro de 2015

ENFERMAGEM EM SITUAÇÃO DE EMERGENCIA

INSTITUTO SUPERIOR Inocêncio NANGA (iSpin)
DEPARTAMENTO DE SAÚDE das Ciências
Licenciatura em ENFERMAGEM


                                            





ENFERMAGEM EM SITUAÇÃO DE EMERGENCIA









Henriques Pedro serafim
Frederico Costa
João José Cassule
Luiza Rodrigues
Rebeca Ponte
Isabel Moniz













LUANDA
2015

 
INSTITUTO SUPERIOR Inocêncio NANGA (iSpin)
DEPARTAMENTO DE SAÚDE das Ciências
Licenciatura em ENFERMAGEM








PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO
COM A APROPRIAÇÃO HUMANA






Henriques Pedro serafim
Frederico Costa
João José Cassule
Luiza Rodrigues
Rebeca Ponte
Isabel Moniz



Trabalho apresenta um sor na disciplina de Enfermagem Médio-Cirúrgico Como Requisito parágrafo prova.

Orientadora:. Drª Guilhermina Guilherme
 
 











LUANDA
2015

SUMÁRIO




 



Sem Presente Trabalho vamos Sobre hum ASSUNTO Bastante pertinente no Campo da Saúde batizado here Neste Estudo Como "A enfermagem em Situação de Emergência", pretendemos tambem não Presente Trabalho diferenciar OS Termos "Urgência e Emergência" que Pará muitos técnicos de Saúde Até Hoje NÃO conseguem OS SEUS estabelecer contraste pois São Termos Praticamente Iguais.

É de salientar AINDA that um enfermagem Participações de Todos os Processos, tanto na Urgência Quanto na emergência. Não entanto, São Diversos LOCAIS OS Onde Profissionais de enfermagem PODEM atuar e aplicar o Sistema de Urgência e Emergência como, Exemplo por:

·          Unidades de atendimento pré-hospitalar;
·          Unidades de Saúde 24 horas;
·          Pronto-socorro;
·          Unidades de terapia intensiva;
·          Unidades de dor torácica;
·          Unidade de terapia intensiva neo natal
·          E MESMO Até em unidades de internação.


Para o Presente Trabalho vamos virar a Nossa Atenção nenhum item de Terceiro da Lista Acima "Pronto-socorro".

1.1   Revisão de Literatura

Com o intuito de subsidiar teoricamente este Trabalho, o Presente Estudo apresenta consideracções encontradas na literatura concernentes Às Temáticas: Processo de Trabalho do Enfermeiro, actuação fazer Enfermeiro pronto-socorro não Competências Gerenciais e fazer Enfermeiro.

Inicialmente, apresentaremos uma Descrição do Processo de Trabalho do Enfermeiro e SUA Inserção no Mundo do Trabalho em Saúde, comentando SEUS subprocessos com contribuições da Teoria da Complexidade. E Depois veremos OS Conceitos Relacionados Ao campo de Ação Deste Estudo - uma enfermagem em Situação de Emergência no pronto-socorro - e Traz Subsidios Para uma Compreensão de especificidades vivenciadas cabelo Enfermeiro Nesse ambiente. Finalmente, um Revisão de literatura abordará Questões Relacionadas Às Competências Gerenciais fazer Enfermeiro Que se Fazem Necessárias parágrafo SUA actuação no pronto-socorro.







Antes de discorrer Acerca do Processo de Trabalho do Enfermeiro, è importante uma Compreensão etimológica de Trabalho e de Seu Processo na Saúde e, posteriormente, o Entendimento da enfermagem Como Integrante activa Deste contexto. O Trabalho e entendido Como Uma Ação quotidiana Que coloca Homens em Relação a Outros Homens e com a Natureza, Dentro de hum Determinado Processo histórico e social.

E UMA Actividade Útil parágrafo OS indivíduos cumprirem funcoes Sociais, Levando em Conta a Satisfação das Necessidades eo Tempo requerido parágrafo produzi-lo (ROSSI; LIMA, 2005; SANNA, 2007).

Para Marx (1987), Trata-se de hum Processo em that participam o homem ea Natureza, não Qual o homem se apropria dos SEUS Recursos parágrafo atuar Sobre ELA e modifica-la e, Assim, MODIFICAR a si MESMO.

Não entanto, Origem em sua, o termo apresentava Outro significado. Etimológicamente, A Palavra Trabalho deriva de tripalium, that corresponde um hum tipo de instrumento de tortura Utilizado sem Passado parágrafo punir criminosos OS Quais, Ao perderem a Liberdade, submetidos Eram Ao Trabalho Forcado. Nessa Perspectiva, o termo passava uma Idéia inicial de Sofrimento, desqualificação, castigo. Posteriormente, Passou um reconhecido Ser Como ofício, Tendo na língua portuguesa o significado de Actividade, Ocupação, algo Contrário Ao lazer (Nóbrega, 2006).

O Trabalho ocorre POR Meio de Processos, descritos POR Sanna (2007, p.221) como "[...] um Transformação de hum Objeto Determinado em Um produto Determinado, Por Meio da Intervenção do Ser Humano Que, parágrafo faze-lo, Instrumentos Emprega ". Destaca-se here that o Objeto Diz Respeito Aquilo Sobre o Que se trabalha, Isto É, Aquilo Que Será modificado cabelo agente (humano ser) com Uso de Instrumentos (tangíveis NÃO OU) na busca de determinada finalidade OU PRODUTO.

Conforme menciona Kirchhof (2003), O Processo de Trabalho da enfermagem inséré-se no da Saúde, Que se definir de a Acordo com a Dinâmica prevalece that sociais em Diferentes momentos da História da Humanidade. Portanto, OS Processos de Trabalho em Saúde EO da enfermagem NÃO estao circunscritos AOS limites do ambiente hospitalar, mas inversamente, O Processo de Trabalho hospitalar Precisa Ser visto Como hum Corpo de Práticas Sociais NUMA dada sociedade e submetido a determinadas Regras Históricas, Econômicas e Políticas .

AINDA COM Relação Ao Processo de Trabalho em Saúde, este POSSUI Uma significação e sociais NÃO hum significado Específico OU exclusivo parágrafo Cada momento
da Assistência. E direcionado Quanto Ao rumo, uma Perspectiva dos Profissionais e, portanto, das Profissões, cuja finalidade seria alcançada uma concretização do Processo de idealização fazer Fazer (Kirchhof, 2003) e E TAMBÉM consequente Às Necessidades de Assistência à Saúde de Uma População.

A enfermagem, inserida Nesse contexto, TEM Seu Processo de Trabalho Definido POR Lunardi Filho, Lunardi e Spricigo (2001) como: Aquele cuja Execuções Encontra-se predominantemente distribuida between OS SEUS Vários Agentes e teoricamente determinada de a Acordo com a Qualificação exigida Pelo grau de Complexidade das Tarefas Que o compõe. AINDA SEGUNDO OS Autores, Essa forma de divisão do Trabalho, pautada Pela Qualificação e legitimada Pela Formação escolar, estabelece Uma hierarquização de Tarefas, cabendo AOS Menos qualificados Aquelas Actividades consideradas Como Mais Simples e, à Medida Que se tornam Mais Elaboradas, São assumidas POR Que aqueles possuem Maior grau de Qualificação, O Que culmina NAS Acções privativas fazer Enfermeiro.

ASSIM Sendo, a enfermagem, Como Todas quanto OUTRAS Profissões, peculiares caracteristicas POSSUI, como Quais São definidas, between página Outros Fatores, cabelo Seu Processo de Trabalho. Este, POR SUA vez, entrelaça-se um OUTRAS Práticas nenhuma Sistema
de Saúde, E efetivado na sociedade por Meio do Trabalho e, portanto, compreendido de Como Uma Prática social. Em complemento, TEM-SE Que O Trabalho Desenvolvido pela enfermagem Bem Como O Trabalho Saúde o sector compõem em Terciario da Economia Brasileira; NÃO Produz Bens a Serem estocados, mas sim, Serviços that São consumidos no ato de SUA Produção, that corresponde à Assistência (FELLI; PEDUZZI, 2005).

Todo Esse Cenário Remete o Enfermeiro à Tendência de Dividir SUAS Actividades laborais, o Que É visivelmente demonstrado desde o surgimento da Profissão e mantido no decorrer da Trajetória acadêmica. Essa postura observada PODE ser, AINDA, não Exercício Profissional, Quando o Enfermeiro enfrenta o Paradoxo de Agir de forma fragmentada e Simplificada Diante de situacções Cada Vez Mais Complexas configurando, Desse modo, Uma Prática alienada.

Uma Reflexão Sobre como Práticas de enfermagem Pela ótica do Pensamento Complexo E subsidiada cabelo Resgate histórico da Profissão é Sua actuação na atualidade. Para discutir OS Determinantes Históricos de Uma Profissão E necessary considerar que "[...] como Práticas e saberes de Hoje São Produtos de hum Passado, AO MESMO ritmo em Que se tornam Produtores do Presente e do Futuro" (TAUBE, 2006, p .41).

O ato de Cuidar E UMA Prática Antiga that AOS poucos Passou Por Um Processo de profissionalização, iniciado POR Florence Nightingale meados do Século XIX EM. Cuidar e Um atributo dos Profissionais da Saúde, porem Ganha Espaço e singularidade na Profissão Enfermagem (TERRA et al., 2006). AINDA Conforme afirmam Terra et al. (2006), a profissionalização da enfermagem E Marcada POR Vários Fatos Históricos e foi intimamente ligada, primórdios SEUS EM, à moralidade e religiosidade. Outro Aspecto marcante na História Desta Profissão E A SUA Relação com A História feminina, devido à predominância Deste género, refletida na Profissão atraves dos Tempos.




Previamente a tecer consideracções Acerca da actuação do Enfermeiro em Emergência, Faz senhor trazer à luz algumas definições gerais Que permeiam O Trabalho não pronto-socorro (PS).

Urgência E compreendida Como um Ocorrência imprevista de agravo à Saúde com OU sem Risco potencial de vida, Cujo portador NECESSITA de Assistência Imediata. Já uma emergência, corresponde à constatação de condições de agravo à Saúde that impliquem em Risco iminente de vida OU Sofrimento intenso e Exige, portanto, Tratamento Imediato.

Como complemento, citamos AINDA Que, na Concepção da Comissão Especial de 1972 da Associação Americana de Hospitais, CITADA POR Felippe Júnior (1990), Emergência E QUALQUÉR Condição Que, na Opinião do Paciente e SUA Família, Ou de quem de assumir uma Responsabilidade de trazê -lo Ao hospital, necessite de Assistência Imediata.

Convergência Em, Chaves (1999) pontua that Emergência e Um túmulo Quadro, clínico, Cirúrgico OU misto, de aparecimento OU agravamento súbitos e imprevistos, that causa Risco à vida OU grande Sofrimento Ao Paciente e NECESSITA de Solução Imediata, um Fim de Evitar mal OU morte irreversível; e Urgência e Um túmulo Quadro, clínico, Cirúrgico OU misto, de aparecimento OU Rápido agravamento, Mas Não necessariamente imprevisto e subito, that causa Risco de vida OU grande Sofrimento Para o Paciente, e implica em Tratamento em Curto Prazo, um Fim de Evitar mal irreversível morte ou.

Notamos ASSIM OS that Conceitos de Urgência e Emergência Expostos POR Diferentes Autores Fazem Uma Aproximação Comum com o fator ritmo Como Determinante essencial parágrafo a actuação dos Profissionais inseridos nessas situacções.

Hospitais NOS, o departamento de Emergência e Um sector Onde situacções Críticas ocorrem frequentemente. O Paciente Procura este Serviço OU E conduzido um ELE EM sepulturas circunstancias, em muitos Casos com Risco iminente de Perda de vida. Desta forma, TEM-SE Por uma Unidade de Emergência hum sector multidisciplinar de Especialistas com Perícia parágrafo TRATAR patients em estado sepultura. E UMA das áreas Mais Críticas e congestionadas de hum hospital, Onde situacções inesperadas acontecem (SABADDINI; Gonçalvez, 2008).

Desta Maneira, o ritmo frenetico de actuação Imposto POR este Cenário Faz com Que seja Importante a Integração dos Vários Especialistas em Equipas de Trabalho coesas, NAS Quais esteja clara a Noção de complementaridade (ALVES; RAMOS; PENNA, 2005).

Javier (2002) discorre that o Desenvolvimento da medicina não Último Século deu lugar a alteracções significativas no Âmbito da Saúde. Outrora, OS PACIENTES that recorriam EAo Hospitais atendidos Eram EM salas de medicacções, Onde se consultavam de Todos os Tipos de patients, internados ou Não, Independente do tipo de Assistência that necessitavam. Hoje, com o aparecimento dos Serviços de Emergência Nos hospitais, originou-se hum Alívio no Trabalho dos Profissionais encarregados da Assistência Como also a Criação de especializacções voltadas PARA O cuidado à Saúde.

Acrescentando, Lima e Erdmann (2006) referem-se a hum PS Como Uma Estrutura caracterizada Pela parte física, material, hierárquica, pessoal, a Atos normativos, a Fluxo de informacções e Outros Elementos. Quanto Ao Seu Processo, Pela Descrição do Planejamento, filosofia, Objetivos, assistenciais Políticas, Integração docente-assistencial, Controle e Avaliação. Já o PRODUTO, alcança-se Pela Qualidade e Quantidade de Assistência de Enfermagem e Satisfação.

Seguindo ESTA Linha de Pensamento, O Ministério da Saúde (ANGOLA, 2006) caracteriza hum PS Como hum Serviço Equipado e Estruturado parágrafo hum atendimento NAS 24 horas do dia, Que É Conhecido como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), acolhendo : patients de urgencia propriamente dita; patients com Quadro percebido Como Urgência; patients desgarrados da Atenção Primária e Especializada; Urgências Sociais.

Por Conta Disso, um Serviço de Emergência desen desempenhar graus de cuidado, Habilidade e diligencia geralmente exercidos Pelos hospitais da Comunidade Onde Está inserido em UO Outras Localidades. ASSIM, Uma Vez CRIADO o Serviço de Emergência em hum Público hospitalar OU privado, Existe uma Obrigação Deste de Receber Casos de Emergência e ofertar Certeza Pará uma População de that terá atendimento sempre Que Houver Emergência real, obedecendo à Normalização fazer Fluxo de encaminhamentos do Sistema Naquela implantado Região (Fincke, 1980).

Destacamos Que hum pronto-socorro e Um com o sector Uma dinamicidade Específica. Rotinas SUAS, Aliadas à grande DEMANDA de patients e à problematica do Sistema de Saúde Como hum todo, Pará apontam hum Processo de Trabalho diferenciado, com uma necessidade de Uma Equipe multiprofissional Altamente qualificada e articulada Para atender como Necessidades da clientela that ali APORTA.

O atendimento emergencial do consiste em Uma Estrutura Padrão, Sendo Ela:

Serviço Realizado Por uma Equipe multiprofissional capacitada Pará uma situação de emergência; LOCAIS adequados com Amplo ambiente, Pequenas salas indivíduos, Fácil Acesso e planta física interna adequada; manuais de Normas, Procedimentos e Rotinas; especificacções de especialidades Como neurologia, cardiologia, ortopedia e reanimação; de Recursos e Equipamentos adequados (LIMA; ERDMANN, 2006).

Nessa Perspectiva, o Enfermeiro de hum Serviço de Urgência e Emergência de e considerado Como o Profissional sector Neste fundamentais, devido à Diversidade de condições e situacções that representam hum desafio Diário. Isto É se justifica Porque este Profissional protagoniza Acções Essenciais de cuidado e Gerenciamento, Além de Ser Intermediário between a Família ea Equipe de atendimento (ALVES; RAMOS; PENNA, 2005).

O Desenvolvimento das Acções de Enfermeiros na Emergência ESTÁ intimamente Ligado à Competência clínica, Desempenho, cuidado e cientificidade globais não gerencial Processo, Uma Vez Que o ambiente emergencial ESTÁ vinculado a Constantes episódios de crise, Os Quais inspiram decisões Rápidas e precisas. A crise e Um Momento decisivo, um Ponto Crítico, não Qual o futuro de e desconhecido. Trata-se de hum estado Instável, Uma Transformação POR auto reorganização e Aceleração da Complexidade. ASSIM, Toda crise E bem-vinda, Uma Vez Que servem de base de parágrafo o Desenvolvimento Crítico (MARPEAU, 2002).

Tal Afirmação Encontra Afinidade com colocacções de Wehbe e Galvão (2001), SEGUNDO como rápido Quais os Enfermeiros da Unidade de Emergência devem aliar a Fundamentação Teórica à CAPACIDADE de Liderança, O Trabalho, o discernimento, a Iniciativa, uma Habilidade de ensino, uma ea Maturidade Estabilidade emocional.

Há tempos, OS Enfermeiros de Emergência entendem that Uma Melhoria nenhum Seu Serviço EO Reconhecimento da importancia de Seu papel São Fatores Essenciais Para a Qualidade do atendimento parágrafo a Comunidade (Fincke, 1980).

A Capacitação Profissional ea Integração between como Equipes de São facilitadores PARA O alcance de Uma Assistência adequada AOS PACIENTES Que necessitam de intervenções imediatas (SALEH, 2003) e, SENTIDO Nesse, Adami (2000) Afirma Que a enfermagem sempre se preocupou com a Educação permanente de SEUS Membros Como Fator essencial PARA O Controle qualitativo dos Cuidados prestados.

Destarte, Entidades Profissionais de especialidades Médicas e de Enfermagem trilharam hum Caminho Para a busca da Qualidade e aprimoramento dos Profissionais Que atuam nessa área, estabelecendo Protocolos em Seu campo de abrangência. Como Exemplo, TEMOS uma Criação fazer Trauma Life Suport Avançada
(ATLS) Pelo Colégio Americano de Cirurgiões, Cujo Primeiro Curso deu-se em 1978 nsa Estados Unidos.

Outro Aspecto Relevante Para uma actuação do Enfermeiro no PS E a interdisciplinaridade. Porem, cabe pontuar that this Prática AINDA Encontra obstaculos a Serem transpostos. This dificuldade advém da roupagem dos Sistemas de Saúde impregnada cabelo modelo cartesiano, Bem Como da Formação inicial do Enfermeiro, mencionam Conforme Alves, Ramos e Penna (2005):

Profissionais formados de forma fragmentada, parágrafo atuar em SEUS Nichos Específicos se debatem não atendimento das Urgências e Emergências, em hum Exercício Permanente de Articulação de saberes e busca de reciprocidade e Respeito parágrafo Chegar a Melhores Resultados OU, Simplesmente, parágrafo se desgastarem Menos. O Que se obser, não entanto, è uma justaposição de Conteúdos Adquiridos No processo de Formação, Quando O Que ESTÁ implícito E a necessidade de Uma nova postura Diante do Conhecimento, Uma Mudança de atitude em busca de Uma Relativa Unidade de Pensamento e Ação ( ALVES; RAMOS; PENNA, 2005, p.324).

Neste universo de instabilidade, that AINDA como Actividades praticadas cabelo Enfermeiro nenhum setor Em Questão se assemelhem Aquelas desempenhadas em OUTRAS Realidades, o contexto emergencial Exige Uma postura Mais incisiva Diante das adversidades quotidianas. Para tal, a Tomada de decisão representação hum Importante elemento das Acções desenvolvidas POR ESSE Profissional.

Para Peres e Ciampone (2006), como Habilidades Para Tomada de decisão compõem-se do Pensamento Crítico Sobre as situacções com base de Análise em, Julgamento das Perspectivas de Cada Proposta de Ação e SEUS desdobramentos, Sendo that o raciocínio lógico / intuitivo ea Avaliação permeiam Esse Processo. ASSIM, cabe Ao Enfermeiro de PS utilizar-se de capacidades SUAS Para Que a Tomada de decisão Quanto Ao quê e Como Fazer SEJA ágil e de forma adequada Ao gerenciar uma Unidade EO cuidado Ao Paciente.

A Condição de dinamicidade ea Complexidade das Actividades desenvolvidas no Serviço de Emergência requerem fazer Enfermeiro Competência diferenciada Pará uma Tomada de decisão, Uma Vez Que o ritmo e Um Fator Determinante Pará uma efetividade do cuidado Prestado e Manutenção da vida. Desta forma, o ambiente emergencial PODE favorecer uma Tendência de Cuidar do Ser Humano de forma mecanizada, Uma Vez Que OS Procedimentos São Realizados em Curto Espaço de ritmo. Como consequencia, a Visão da Complexidade fazer Ser Humano cabelo Enfermeiro PODE Ser prejudicada, de MoDo Que ELE Venha a adotar Uma postura gerencial voltada parágrafo OS Aspectos da tecnociência.

Nesta SUA actuação, o Enfermeiro defronta-se com situacções e dilemas that requerem enfrentamento com Competência e Dignidade, e devem sor sustentados nsa SEUS Valores, nos Valores da Profissão, Bem Como No Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (MAZUR; LABRONICI; WOLFF , 2007). ASSIM, poderá garantir hum cuidado de Excelência, com Qualidade NÃO APENAS Científica e Técnica, mas humana, SEJA na Promoção, na Proteção, Recuperação, Reabilitação da Saúde e MESMO Até na morte (SCHIRMER, 2006).

ISSO Significa Que o Agir fazer Enfermeiro, Além de Ser permeado cabelo Conhecimento técnico-Científico aliado AOS preceitos éticos construidos A Partir de SUAS Vivências (MAZUR; LABRONICI; Wolff, 2007), ser desen Fundamento nenhuma Conhecimento estético that POSSIBILITA captar a subjetividade do Outro , medos SEUS, ansiedades, fragilidades, SUAS crenças e Valores, enfim, Conhece-lo na SUA multidimensionalidade.

Durante o cuidado de enfermagem, OS Valores indivíduos do Enfermeiro PODEM divergir dos apresentados cabelo Cliente e Conflitos Gerar that culminam em Questões éticas. ISSO ocorre Porque como PESSOAS envolvidas Nesse contexto TEM Abordagens Diferentes Sobre o raciocínio moral (SANT'ANNA; ENNES, 2006).

Contudo, Quando Esse cuidado ocorre nenhum setor de Emergência, apesar de o Enfermeiro ter Conhecimento Sobre a Autonomia do Cliente, conforme do explicitado no Artigo 27 do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (COFEN, 2007), exerce Seu sabre sem SENTIDO de Decidir cabelo Outro, de Tomar uma decisão que va Ao Encontro dos preceitos éticos estabelecidos. ISSO ocorre principalmente devido à assimetria de Poder existente Entre OS Profissionais e Os Clientes (Massarollo; FERNANDES, 2005).

Respeitar a Autonomia do Cliente E considerar Cada pessoa com SUA Própria Identidade, aceitar o pluralismo e Compreender that each Ser Humano TEM O Direito à Dignidade ea ético-sociais Tomar SUAS Próprias decisões (SANT'ANNA; ENNES, 2006). Essa atitude DEVE Ser Considerada Pelos Profissionais de Saúde MESMO nsa Serviços de Emergência, from that a Situação do Cliente o Permita.

Além da Questão da Autonomia, outro dilema that aumento na Emergência E o obstáculo para o Desenvolvimento do cuidado humanizado, porquanto o Processo decisório do Enfermeiro, em MUITAS situacções Desse Cenário, Encontra Apoio APENAS nsa Fundamentos da tecnociência, O Que PODE interferir na SUA actuação ética (CALIL; PARANHOS, 2007).

Nesse SENTIDO, Uma actuação ética DEVE Ser realizada com base de não Entendimento da Natureza Mais profunda do homem, vislumbrar um SUA Compreensão NAS Mais Diversas instancias, Incluir SEUS Sentimentos, Seu Envolvimento familiares e sociais, e that SOMENTE COM ESSE Processo de humanização E Possível Cuidar Do Outro (BOFF, 2008).

O cuidado humanizado E Aquele em that como Acções instrumentais OU Técnicas fazer Enfermeiro estao entrelaçadas com SUAS Acções expressivas, OU SEJA, com a subjetividade, e NAS situacções de Encontro / interação com o Cliente possibilitam Conhece-lo na SUA multidimensionalidade. Mas Como conhecer o Outro em Uma Situação de Emergência em Que o Tempo e efêmero e PODE NÃO Ser o Suficiente parágrafo Evitar Que SUA existencia Chegue ao Fim? Como dar Conta de SUA subjetividade, garantir SUA Autonomia num momento em that o Uso de Tecnologias E MUITAS vezes imprescindível um parágrafo Manutenção da vida?


Nesse ambiente o Uso de Equipamentos, o Conhecimento ea Experiência Profissional encontram-se sedimentados Muito, O Que Gera uma possibilidade de Ocorrência de Fatos Extremamente conflituosos de Durante atendimentos OS, de a Acordo com a Visão Humana fazer contexto. E Relevante salientar that uma decisão em circunstancias dificeis E UMA Prática Comum, e desen objetivar a Proteção da vida humana com Responsabilidade (FIGUEIREDO, 2004).

Enfermeiro TEM Conduta ética when EUA um criactividade Ao gerenciar como Acções assistenciais, AO Tomar decisões e USAR OS racionalmente Recursos Humanos e materiais available com a finalidade de garantir hum atendimento isento de Riscos (FREITAS; Oguisso; MERIGHI de 2006).

Em Síntese, uma actuação que Enfermeiro nenhum setor de Emergência Exige raciocínio Crítico Preciso e Oportuno na busca de decisões baseadas nsa Princípios éticos that possibilitem garantir uma Autonomia do Paciente, uma humanização da Assistência, o cuidado Livre de Riscos e pleno de Qualidade. Contudo, a Neste Cenário Onde o Uso de Equipamentos e Tecnologias sofisticadas E imprescindível um parágrafo Manutenção da Vida, Respeitar a Autonomia do Cliente em situacções de Emergência se Torna Uma atitude MUITAS vezes inviável e that PODE Gerar dilemas éticos e Conflitos Ao Enfermeiro.

Estes dilemas PODEM Ser amenizados Mediante Reflexão fundamentada nenhuma Científico Conhecimento, tecnológico, ético e estético, Bem Como nsa Valores da Profissão, e NAS Experiências Vividas não quotidiano da Prática Profissional Que Dão Subsidios Pará uma Tomada de decisão com vistas Ao cuidado isento de Danos ( FIGUEIREDO, 2004).

Entendemos ASSIM that when O Processo de Tomada de decisão em Serviços de Emergência ESTÁ ancorado em principios éticos, Reflexão e Juízo Crítico, como alternatives Possíveis ocorrerão POR Meio de Acções com vistas Ao Bem dos Clientes, de forma ética, solidária e humanizada. Contudo, ESSE Processo E UMA Actividade Complexa, resultado de hum Aprendizado that requer hum Exercício contínuo de ir e vir, um Balanço existencial reflexivo Que nsa Faz questionar also Sobre Quem Somos, Sobre Nosso Comportamento nsa Diversos Contextos that Estamos inseridos, NOSSOS Valores, enfim , Sobre Nossa Maneira de Ser e Estar no Mundo.

Para a Tomada de decisão há DEMANDA de Competência Profissional, Uma Vez Que ESSA ENVOLVE Conhecimento, Habilidade e Atitude Ao Seu Desenvolvimento.
Dessa Maneira, explano na Secção subsequente Sobre a Tomada de decisão e Outras Competências Gerenciais fazer Enfermeiro, com o intuito de tangibilizar a Realização das mesmas em hum ambiente de pronto-socorro.




Com base de nenhum Conteúdo da Pesquisa e Exposto Neste Trabalho, Podemos perceber Que O Processo de Trabalho em Saúde, Que compõe o Serviço de Saúde, corresponde à Integração de Processos Diversos Outros NAS especificidades de Cada Profissão, Cujas respectivas finalidades possuem Uma finalidade Geral.

Tal consideração Encontra Afinidade com como Palavras de Pires (2000), Segundo um qua OS Diferentes Profissionais de Saúde se articulam em Suas Práticas, Cujo resultado UO PRODUTO da somatória de Actividades E SUAS uma Assistência à Saúde. São Actividades diferenciadas Que, se visualizadas em SUAS especificidades, permitem identificar Produtos Distintos, porem, em adição SUA convergem parágrafo Uma Única finalidade.

Como visto Neste Estudo, todo Serviço de Emergência de e porta de entrada de hum hospital. Por ISSO, atitudes e decisões São Tomadas constantemente Sobre a vida do Paciente. Desta Maneira espera-se that Toda actuação Profissional Neste SEJA setor de Qualidade, realizada com Eficiência e Conhecimento, parágrafo ASSIM TRATAR Cada individuo de forma adequada com vistas A SUA Complexidade.








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