segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

IMPORTÂNCIA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO - Trabalho elaborado por Vieira Miguel Manuel

JB
CENTRO DE FORMAÇÃO TÉCNICO PROFISSIONAL








CURSO:

INFORMÁTICA






TEMA:

IMPORTÂNCIA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO









O Professor
______________________




LUANDA
2016
JB
CENTRO DE FORMAÇÃO TÉCNICO PROFISSIONAL







CURSO:

INFORMÁTICA





TEMA:

IMPORTÂNCIA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

AGUINALDA MARGARIDA CACHIPUA
ALDA MATEUS ALBERTO
EVARISTA ALEXANDRINA MANUEL
FIGUEREDO AGUINALDO GUILHERME
MARGARIDA CATUMBELA
MERA LEMOS NUNES





Trabalho a ser apresentado no centro de formação JB, no curso de Informática, como requisito para prova final.

Orientador: Prof. Francisco






LUANDA
2016

 

SUMÁRIO





 



A sociedade actual convive diariamente com inovações tecnológicas, tais mudanças são constantes e em velocidade considerável. Esses eventos não são só percebidos em Angola, eles estão presentes no mundo todo e influenciam todas as áreas, como a educação, por exemplo. Com a informática na educação não é diferente, o avanço tecnológico chegou também nas salas de aula.

Mais do que a evolução da informática na educação, a presente pesquisa pretende demonstrar a importância do uso da informática na educação, ressaltando os principais tipos de software e sua utilização, bem como seu papel como ferramenta na educação especial. Tal tema justifica-se pela importância da informática na sociedade moderna, tanto na vida social, como profissional, e a escola como formadora de indivíduo e do conhecimento não pode ficar excluída dessa realidade.


A informática deve ser vista como uma ferramenta primordial para a educação. Hoje ela exerce papel de grande importância e merece ser tratada de tal forma. Contudo para que a informática na educação possa alcançar resultados satisfatórios e suprir a necessidade que a sociedade actual exige, o novo professor deve ser um profissional com muitos atributos. Seu papel é fundamental na inclusão da informática na educação.

O objectivo deste trabalho é apresentar a importância da informática na educação, por meio de pesquisa bibliográfica baseada em artigos e livros voltados para a informática na educação.






Segundo Marcon et al. (2009, p.116), os processos comunicativos devem ser a base de sustentação dos processos educacionais. Assim, a escola, como meio público de ensino da sociedade e legítimo espaço de educação popular, deve ser o alicerce na formação de cidadãos conscientes e preparados para viver na sociedade contemporânea.

A informática como disciplina da Educação Básica faz-se necessária a partir do momento em que necessitamos de conhecimentos em softwares para a vida em sociedade. Como o que notamos na contemporaneidade. Diante a tanta modernidade tecnológica, vemos a necessidade de inserir a informática no contexto educacional em diversas disciplinas a fim de construir conhecimento para o uso das diversas ferramentas e linguagens no contexto escolar e também no dia-a-dia, (Lacerda, 2012, p. 4).

Para Santos (2008), quando surge uma nova tecnologia, a primeira atitude é de desconfiança e de rejeição. Aos poucos, a tecnologia começa a fazer parte das actividades sociais da linguagem e a escola acaba por incorporá-la em suas práticas pedagógicas. Após a inserção, vem o estágio da normalização, definido por Chambers e Bax (2006, p.465) como um estado em que a tecnologia se integra de tal forma ás práticas pedagógicas que deixa de ser vista como cura milagrosa ou como algo a ser temido. “A educação é e sempre foi um processo complexo que utiliza a medida de algum tipo de meio de comunicação como complemento ou apoio à acção do professor em sua interacção pessoal e directa com os estudantes”. (BELLONI, 1999. p.54).

Para Valente (2006, p. 44), cabe ao professor interagir com o aluno e criar condições para levar o aluno ao nível da compreensão, como por exemplo, propor problemas para serem resolvidos e verificar se o problema foi resolvido correctamente. O professor, nesse caso, deve criar situações para o aluno manipular as informações recebidas de modo que ela possa ser transformada em conhecimento e esse conhecimento possa ser aplicado correctamente na resolução de problemas significativos para o aluno.

Por outro lado, a análise da actividade de programar o computador usando uma linguagem de programação tem permitido identificar diversas acções que o aluno realiza e que são de extrema importância na aquisição de novos conhecimentos e na compreensão do que o aluno faz (Valente 1993).


A aplicação da informática é visto sob dois enfoques:

Pedagógico: onde a informática é usada como ferramenta para complemento de disciplina e para projectos educacionais. Nessa área o sucesso também depende do grau de habilidade que os alunos possuem, uma vez que se estiverem inseguros com relação ao software utilizado não terão o mesmo rendimento;

Social: pode ser descrita a preocupação da escola em transmitir conhecimento tecnológico para o aluno, por exemplo, como utilizar caixas electrónicos, fazer pesquisas na Web, bem como as ferramentas como livros digitais, actividades que ultrapassam a sala de aula, mas que são úteis na vida social dos alunos. (TAJRA, 2001, p. 59).

Temos hoje casos diferenciados nesta questão, o professor precisa usar uma carga de horário mínimo no ambiente de informática ou usar conforme a sua necessidade, (TAJRA, 2001, p. 58). Essa utilização é classificada em duas formas:

Sistematizada: quando a escola define previamente para os professores, os horários e os dias de uso para o preparo das aulas aos alunos;

Não sistematizado: depende do interesse e da necessidade do professor. O uso do ambiente de informática é livre; agenda seu horário conforme necessidade.

A tecnologia deve fazer parte da vida e da normalidade das acções diárias das pessoas, gerando conhecimento e condições de integração social, não criar abismos entre parcelas sociais distintas, segundo Martins, Malaggi e Silva (2009, p. 76).

Relata Rodrigues (2009), a importância da utilização da tecnologia no ambiente escolar é indiscutível, tanto no sentido pedagógico como no social. É uma realidade da qual não se pode fugir e que tende a aumentar cada vez mais com a criação e diversificação dos softwares bem como a ampliação das áreas em que podem ser aplicados dentro da educação. Hoje em dia existem inúmeros tipos de software e direccionados para diversas áreas, dentro da educação não é diferente, há uma série de opções e cabe ao corpo docente, por meio de um estudo prévio, elaborar um panejamento com base nos objectivos que se pretendem alcançar, buscando os programas que mais contribuirão para tal finalidade.

Entretanto, o que precisamos é de uma integração mais efectiva entre a educação e a comunicação e isso só se dará se estes novos meios estiverem presentes nas práticas educacionais como fundamento desta nova educação. Aí sim, estes novos valores, ainda em construção, serão presentes e integrantes desta nova escola, agora com futuro, Marcon (2009, p. 257).

Segundo Lima (2008) a Internet tornou-se mundialmente popular, em termos pedagógicos não existe uma forma única da utilização da informática educativa, cada instituição traça suas metas e mesmo com as tecnologias o professor não deve abrir mão dos outros recursos didácticos já usados como: livros, aulas expositivas, quadro-negro, estes recursos estão se misturando cada vez mais com computadores.

Para Cunha (2008) a adaptação é uma fase intermediária, onde os professores já possuem conhecimento da aplicabilidade da informática na sala de aula e a partir daí buscam meios de optimizar a compreensão de conteúdos por meio da interacção com a informática. Um exemplo pode ser quando uma professora de arte solicita um desenho e deixa livre para que o aluno escolha a ferramenta, ou as tradicionais: papel, lápis, tinta ou o computador.

Para Souza e Azevedo (2008) o uso de tecnologia, no caso a informática, contribui para a renovação, pode ser para os estudantes a oportunidade de aperfeiçoar a conexão de informações e ampliar o leque de conhecimentos. Ainda para Souza e Azevedo (2008), há estudos que afirmam que as tecnologias influenciam as pessoas, a educação e consequentemente a sociedade, a escola quando diversifica as opções de aprendizagem ajuda a sociedade a desenvolver um ambiente cultural e científico. Porém para Gatti (1993) só tem sentido as inovações tecnológicas se contribuir para a melhoria da qualidade do ensino, apenas a presença de novas tecnologias nas escolas não garante maior qualidade na educação, pois a modernidade pode mascarar o ensino tradicional baseado na memorização de informações.


Nos dias actuais, existe uma vasta utilização de software para educação neste trabalho serão citados alguns exemplos de tipos de softwares educacionais como os Tutoriais, Exercitação, investigação, Simulação e Jogos, suas utilizações e exemplos que existem no mercado.

Para Jucá (2006), softwares tutorias são programas que apresentam conceitos e instruções para realização de tarefas específicas, normalmente possuem baixa interactividade. Actualmente esse tipo de software ensina a utilizar programas de computador. Já Valente (1999) descreve os tutoriais como softwares nos quais a informação é organizada seguindo uma sequência pedagógica específica e repassadas aos alunos seguindo tal ordem ou escolhendo a informação que desejar. De acordo com Valente (1999) na primeira situação o software tem o controlo da dinâmica, cabendo ao estudante mudar os tópicos apresentados apenas teclando ENTER, ou próprio software o direcciona a próxima sequência com base nas respostas dadas pelos alunos. Já na segunda situação o estudante tem a autonomia de escolher, conforme sua vontade, o que deseja ver. Um exemplo de Tutorial é o Soft Ciências ele é uma base de dados muito pormenorizada que contém informações sobre os elementos químicos.

O software Investigação, de acordo com Valente (1998) pode ser definido como todos os softwares que permitem a localização de diversas informações a respeito de diversos assuntos, um exemplo popular desse tipo de software são as enciclopédias, pois nelas é possível localizar informações adequadas e confiáveis a respeito de diversos assuntos. Um exemplo de Investigação é a Enciclopédia Digital on-line é enciclopédia com amplo leque de assuntos disponíveis, alguns interactivos, ela é actualizada todo ano.

O software Simulação para Brito (1998) permite a simulações de situações reais, um exemplo são os simuladores de voo e os gerenciadores de cidades, muito conhecidos pelo mundo jovem nos jogos, hoje eles são bastante usados em situações de treinamentos de pessoas. Devido ao fato de simular eventos reais esse softwares são considerados recursos significativos para o aprendizado e atractivos, tanto para os alunos, quanto para os professores, pois ajudam a comunicação entre a teoria e a prática.

Ainda para Brito (1998), jogos são normalmente associados a entretenimento por proporcionar lazer e diversão, esse tipo de software possui muitos recursos interactivos e existem vários tipos, desde estratégias até simulações reais, por apresentarem grande interactividade. Se apresentarem de forma lúdica e recursos de programação sofisticados pode ser usado para ministrar aulas já que são dinâmicos e muito atraentes para crianças e jovens, tornando-se assim muito eficazes. Hoje, existe uma grande variedade de jogos matemáticos, de raciocínio lógico, leitura e escrita. Um exemplo de jogos de aprendizagem para Teixeira (2009) é o Pingus, jogo de estratégia, raciocínio e criatividade, nesse jogo de acção é preciso usar os recursos existentes para levar os pinguins para a casinha.

Existem vários softwares educacionais e dentro disso existe o software fechado ou também chamado de software proprietário, e os softwares abertos também chamados de livres, para Tigre (2006), software fechado é um produto criado por uma empresa que detém os direitos sobre o produto, a sua distribuição ou modificação são proibidos pelo seu criador ou distribuidor. Software abertos, segundo conceito de Brito (1998), permitem que o usuário produza com liberdade e criatividade, oferecem várias ferramentas para serem utilizadas conforme objectivo do usuário, normalmente são softwares de apresentações, bancos de dados, planilhas electrónicas e os softwares gráficos. São ferramentas atraentes na educação justamente por proporcionarem liberdade ao usuário.

Nos dias actuais é constantemente o uso de editores de textos, para Bandeira (2009), com os editores de texto é possível criar redacções, relatórios, cartas, poesias, entrevistas, cartazes, cartões e vários outros tipos de texto de forma personalizada, é possível o uso de dicionários para revisão, correcção ortográfica e gramatical de textos, nesse aspecto cita-se o Open Office Writer, não esquecendo que é software livre.

Brien e Marakas (2010), com as planilhas electrónicas é possível a realização de cálculos de forma rápida, a partir dos dados informados. Com esse tipo de ferramenta o professor pode propor aos alunos a simulação de ganhos ou entradas de dinheiro e de gastos ou despesas, para ensinar controlo e análises de finanças, as planinhas electrónicas são usadas tanto para o ensino quanto para empresas, nesse aspecto cita-se o Excel e Calc.

Softwares de apresentação, para Brito (1998), são muito utilizados para elaborar apresentações de palestras e aulas, o mais conhecido no meio educacional é o Power Point da Microsoft, tais programas possuem recursos de visualização de telas e permitem produções de slides e transparências. Podem ser usados tanto por professores como por alunos de ensino fundamental até ao superior, a apresentação de conteúdo com esse tipo de ferramenta torna-se mais atraente ao público o que favorece a assimilação dos mesmos.

Software de programação é para Morais (2003), programas que permitem a criação de outros programas, contudo por exigirem maior tempo, conhecimento de seus comandos e uma visão sistemática das rotinas de programação são menos comuns na sala de aula eles são usados por alunos de ensino superior especificamente do curso de tecnologias. Um software usado na programação é o Java que para Mattos (2005) trata-se de software de programação avançada, possui vários mecanismos de construtores de programação de alto nível melhores que os de outras linguagens, ele têm se tornado o mais popular no meio académico.

Como foi exposto há vários tipos de softwares disponíveis para utilização como recurso pedagógico, contudo é preciso que cada instituição elabore uma análise prévia das necessidades reais e dos programas que mais se adaptam as necessidades de cada um. Só assim serão alcançados resultados satisfatórios.

Actualmente as escolas precisam exercer o papel de inclusão, trazendo para o ensino regular alunos especiais, contudo para que isso aconteça de forma satisfatória para ambos os lados (professor e aluno) a escola precisa contar com materiais, equipamentos e professores preparados. Assim, o uso da tecnologia muitas vezes torna-se essencial nesses casos, há um leque grande de opções que podem ser usadas, as escolas precisam se adaptar caso desejem serem inclusivas.


Com o uso da informática na educação se verifica nos dias de hoje uma constante mudança na educação, seus meios e métodos, como foi exposto a informática é um dos meios revolucionários que chegaram à sala de aula, a chamada era digital é uma realidade.

Diante da nova realidade, a informática está presente na sala de aula de forma definitiva e em constante evolução, nesse contexto o papel do professor deve ser mais do que nunca o de facilitador, coordenador, organizador estando sempre atendo as diferenças e necessidades de cada aluno. Para Peixoto (1984) o professor precisa continuar exercendo seu papel de mediador do conhecimento, continuar ensinando seus alunos e incentivar os mesmos, sempre buscar melhorias na qualidade de ensino, mesmo quando usado qualquer tipo de programa na sala de aula.

Se a informática for utilizada de maneira correcta na educação, serve como ferramenta na detecção e desenvolvimento das inteligências múltiplas, pois a informática estimula a comunicação escrita, a dedução lógica e indutiva, dá liberdade para criação, estimula o uso da visão e audição além de possibilitar que as informações adquiridas sejam transformadas em conhecimentos.

A inserção da informática na educação necessita de um trabalho prévio de pesquisa, posteriormente a elaboração de um plano de acção, capacitação dos profissionais, escolha dos softwares adequados, bem como o nível de conhecimento e o projecto pedagógicos em que estarão inseridos, considerando que esse processo precisa estar em constante actualização, já que há sempre novos softwares mantendo-se actualizados com ferramentas mais aprimoradas. O sucesso vai depender do grau de eficiência que tais etapas serão executadas.

Conclui-se por meio dessa pesquisa que a informática na educação seja ela para ensino médio, superior ou ensino especial é indispensável no mundo actual, por meio desse trabalho foram adquiridos conhecimento e experiências necessárias para a finalização desse trabalho de conclusão de curso. Enfim, pode-se dizer que a eficiência da informática na educação, como recurso pedagógico, depende da forma como é planejada e utilizada.







BRIEN, James A. O. e Marakas, George M. (2010) Administração de Sistemas de Informação”. Porto Alegre: AMGH.

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VALENTE, José Armando. (1993) “Computadores E Conhecimento: Repensando A Educação”. Campinas: Gráfica da UNICAMP. Acesso em 15/09/2015

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