terça-feira, 19 de abril de 2016

ANÁLISE BIOENERGÉTICA - Trabalho de Enfermagem - By Vieira Miguel Manuel

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO INOCÊNCIO NANGA (ISPIN)
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
LICENCIATURA EM ENFERMAGEM


                                            





TERAPÊUTICA I





ANÁLISE BIOENERGÉTICA





















LUANDA
2016

     



INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO INOCÊNCIO NANGA (ISPIN)
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
LICENCIATURA EM ENFERMAGEM




TERAPÊUTICA I





ANÁLISE BIOENERGÉTICA





ENGRÁCIA LANDO CANDA CHIONA





Trabalho apresentado ao Curso de Enfermagem na disciplina de Terapêutica I como requisito parcial para obtenção de notas.

Orientador: Evaristo Baptista
 
 


















LUANDA
2016



SUMÁRIO












A Análise Bioenergética, também conhecida como psicoterapia bioenergética e terapia bioenergética, é um termo criado à partir dos estudos desenvolvidos pelo psicanalista Wilhelm Reich. Discípulo de Sigmund Freud, desenvolveu os princípios do que denominou de terapia corporal nos idos de 1930. Seu trabalho levou em conta a expressão corporal natural, como expressão dos sentimentos e a busca do entendimento dos significados da personalidade, associados a expressões corporais naturais. Dava ênfase a respiração e a livre expressão através dos movimentos espontâneos do corpo, como forma de alívio das tensões emocionais. Posteriormente, John Pierrakos e Alexander Lowen, seus discípulos directos, ampliaram os estudos de Reich, dando forma a um método que ficou conhecido como Análise Bioenergética.

Hoje, após explorarem diferentes possibilidades, a análise bioenergética envolve trabalhos com o corpo que vão desde a liberação das tensões, passando por posturas que facilitam as vibrações naturais do corpo, além de outros movimentos que tornam esse trabalho uma importante ferramenta, no processo terapêutico (MONTEIRO, 2007).








A Análise Bioenergética, desenvolvida por Alexander Lowen, com a colaboração de John Pierrakos, fundamenta-se em alguns conceitos da Psicanálise e na compreensão de que a dinâmica e a história familiar do indivíduo têm influência na formação da personalidade. Baseia-se também na teoria de Reich, este considerado o grande precursor das terapias corporais.

A Análise Bioenergética pretende uma compreensão da pessoa e de seus problemas emocionais nos termos da dinâmica energética, psíquica e emocional. Sua meta é desenvolver a habilidade de expressar plenamente o verdadeiro self (auto-expressão). Esta habilidade está correlacionada à auto-possessão, ou seja, poder apropriar-se de seus verdadeiros sentimentos.

Para Reich, no corpo há uma inscrição da história do indivíduo e esta influencia o comportamento e a forma da pessoa se colocar e responder às situações da existência.

Reich delimita a Psicoterapia Corporal como um campo específico da Psicologia Clínica, com teoria e método próprios, fundamentando-se na especialidade da psicofísica do ser humano e resgatando o lugar do corpo nessa unidade. E avança quando a relaciona a processos macropolítico-econômico-sociais e ao cosmo, (REICH, 1985).

A Análise Bioenergética observa a linguagem afectiva, como um pêndulo - presente, passado, presente - vivida e expressa no corpo. O Analista Bioenergético, no espaço terapêutico, busca a construção de vínculo - a partir do olhar, do grounding, do holding – da escuta dos sentimentos, da compreensão do corpo subjectivo, energético, relacional. Percebe a linguagem corporal como expressão de si, indo além da função biológica. Busca-se um reconhecimento dos direitos de existir e necessitar, de autonomia, de liberdade e de amar.

Psicoterapeuta e paciente podem atravessar as dores humanas respeitando os princípios do cuidar, do reconhecer, do ter limites, da aceitação da história pessoal, familiar e geracional, possibilitando o resgate da esperança numa humanidade inclusiva, solidária e cuidadosa. (SAFRA, 2005).

A prática da intervenção clínica em psicoterapia conduz, inevitavelmente, ao encontro humano, numa interacção em que o psicoterapeuta acompanha as dores existenciais mais profundas.

Dores que as pessoas carregam na trajectória de suas vidas e nas lembranças traumáticas do passado, transformadas em dificuldades no presente. Que bela e difícil é a missão de ouvir, estar perto e acompanhar, silenciosa e solitariamente, a travessia do outro por mares revoltos, na viagem pelo interior de si mesmo. O mergulho na escuridão da história pessoal repleta de lembranças e fantasmas ameaçadores que paralisaram de medo. O frio do deserto afectivo. Os gritos de dor. As lavas quentes da raiva e da excitação do corpo desejante de amor. A chuva de lágrimas. Os sons dos soluços. A entrega, representada pela aceitação da própria história. (CORREIA, 2004)

O psicoterapeuta precisa estar situado em todas essas questões. Ouvir o outro na sua subjectividade, acolher o sofrimento humano. Presente, como em alguns momentos acontece, simbolicamente, no lugar do útero aquecido, no vínculo de confiança, na frustração estruturante, no dar limites, no reconhecer, no olhar, no escutar, no tocar, no calar.

Em que lugar nos coloca o outro quando nos abre as portas do mais íntimo do seu ser. Compartilha seus segredos. Revela suas imperfeições. Quão nobre é a experiência da descoberta e o estar presente como parteiros do renascimento. Renascer, crescer, caminhar juntos e agradecer pela oportunidade que nos é concedida, na nossa missão de mantermos a motivação no nosso trabalho, testemunhando as dores, assim como, a beleza da vida. (CORREIA, 2004)

O psicoterapeuta procura compreender a pessoa enquanto sujeito em relação. Os aspectos da subjectividade são considerados, assim como seus impactos nas relações sociais. Podemos dizer que a clínica não se restringe ao setting terapêutico, prestando-se como suporte na compreensão do comportamento humano, nas diferentes situações do existir.

As ciências se complementam para compreender melhor a complexidade da existência humana. A visão transdisciplinar e a actuação interdisciplinar, em todas as áreas do conhecimento, evidenciam a necessária troca de saberes entre as múltiplas áreas profissionais.

A Psicologia, assim como a Análise Bioenergética, podem contribuir nos diversos tipos de instituições, nos hospitais, nas escolas, na família, nas questões jurídicas, no trânsito, nos desportos, nos programas de políticas públicas, nas comunidades, ou seja, nas diversas situações humanas.

A psicoterapia é uma das formas de intervenção clínica que lida directamente com as questões existenciais. Ela pode acontecer em nível individual, grupal, com casais, família e nas diferentes faixas etárias. As psicoterapias corporais, em suas diversas abordagens, lidam com a visão da interface psicossomática, reconhecendo a ligação e a interdependência entre mente e corpo.

A psicoterapia corporal é, ao menos, tão científica quanto outra forma de psicoterapia e, visto que o corpo é mais directamente observável, alguns dos seus parâmetros se prestam mais facilmente à evidência directa, por exemplo, os estados do tônus muscular ou os ritmos da respiração são observáveis tanto quantitativa como qualitativamente [...]. BOADELLA, (1997)

Terapia, em sua etiologia, significa cuidar e esta é a principal função do psicoterapeuta. O setting terapêutico deve representar um lugar seguro, onde a criança ferida existente dentro de cada um, seja acolhida através de uma escuta e do reconhecimento da pessoa em sua singularidade, na sua dinâmica familiar, no seu contexto social e na sua universalidade.

O psicoterapeuta deve acolher o paciente respeitando sua singularidade, procurando compreendê-lo na sua linguagem verbal e corporal. Cuidado e suporte asseguram à criança o direito de existir e necessitar, além de dar a sensação de ter e poder ocupar um lugar no mundo. (SAFRA, 2005).

A Análise Bioenergética, assim como todas as escolas psicoterapêuticas, têm em comum a importância de criar um setting terapêutico seguro, que possibilite aos pacientes a travessia de suas dores existenciais, em companhia de um terapeuta respeitoso e empático, que os ajudem a integrar a história pessoal, a suavizar as couraças, a dissolver as mágoas, numa perspectiva de acessar o amor, a aceitação e a entrega à vida. A partir da compreensão da teoria polivagal podemos dizer que o psicoterapeuta conectado com seu parassimpático, vagal ventral, possibilita criar um campo energético seguro que favoreça a construção de uma relação de confiança e que ajude o paciente acessar seu parassimpático. Os seres humanos são criaturas altamente sociáveis. Nossa capacidade de nos curarmos está fisicamente ligada aos nossos relacionamentos com outras pessoas. Tanto a doação como o recebimento de cuidado ou de amor tem a capacidade de proteger, curar, e restaurar. (PORGES, 2012.p.308)

Em 1953 Lowen associou-se ao Dr. John Pierrakos, que havia feito terapia reichiana e era, também, seguidor de Reich. Em 1956, ambos Lowen e Pierrakos criaram o Instituto de Análise Bioenergética.

Caso os elementos presentes na abordagem da Bioenergética pudessem ser destacados e transpostos de forma isolada, as presenças conceituais seriam as seguintes:


A energia está envolvida em todos os processos vitais: nos movimentos, sentimentos e pensamentos. Ela surge da combustão dos alimentos. A quantidade de energia que um corpo possui e como ele a utiliza determinará e reflectirá em sua personalidade. O aumento de energia ocorre pela ampliação da respiração, dos movimentos, da fala e dos olhos. A respiração mais profunda abre a garganta, recarrega o corpo, activa emoções reprimidas, facilita a expressão dos sentimentos ou evidencia o medo.

O trabalho da Bioenergética, com o conceito de carga-descarga, opera como uma unidade, permitindo o aumento do nível de energia do indivíduo; em consequência, este libera a sua auto-expressão e restaura o fluxo de sentimentos do seu corpo; é preciso haver um equilíbrio entre carga e descarga de energia, sendo que, proporcionalmente, a quantidade de energia absorvida está ligada à quantidade que pode ser descarregada. A ênfase, neste caso, é dada à respiração, ao sentimento e ao movimento, aliada à tentativa de relacionar o funcionamento energético actual com a história do indivíduo.

À medida que o sangue flui pelo corpo, transporta metabólitos e oxigénio para os tecidos, fornecendo-lhe energia e removendo os produtos residuais da combustão. O sangue é o fluído energeticamente carregado do corpo. Além do sangue, existem outros fluidos energéticos no corpo: a linfa, os fluidos intersticiais e os intracelulares.


O corpo é um sistema energético que está em interacção simbiótica com o meio ambiente, na qual um influencia o outro. Ele é veículo de três características básicas na vida de um indivíduo:

Respiração - Pela respiração conseguimos o oxigénio para o metabolismo. O foco da Bioenergética dirige-se para ajudar a perceber e liberar tensões que o impedem de respirar naturalmente.

Movimento - O corpo vivo está em constante movimento; resulta de um estado de excitação interna que irrompe continuamente na superfície em movimento. Quanto mais a excitação cresce, mais movimento há. A vibração deve-se a uma carga energética na musculatura.

Som - Quando o corpo vibrante emite som, há energia posta em movimento. A respiração também está vinculada à voz; para produzir som você precisa deslocar ar através da laringe. O som ressoando no corpo causa uma vibração interna similar às que induzimos na musculatura.


A teoria reichiana diz que a "existência do organismo vivo está ligada à sobreposição de dois sistemas orgonóticos de sexos diferentes".

No organismo, o organismo vivo não é mais do que uma parte da natureza a vibrar; logo, o organismo é uma parte do Cosmos. O processo energético das coisas vivas ocorre pela pulsação. Entende-se por pulsação a capacidade do organismo vivo de se movimentar expandindo e contraindo, em determinado ritmo. A manifestação mais evidente desta força vital nos seres humanos é o movimento de expansão e contracção que ocorre durante o acto de respirar. Na verdade, todas as células vivas respiram. Esta é a actividade pulsante básica da vida. A pulsação e o movimento para dentro e para fora de todas as formas de vida iniciam no nível celular.

Um organismo, na análise bioenergética, é composto dos seguintes elementos:
Corpo – refere-se à existência manifesta de um organismo
Psique - inclui os processos mentais conscientes e inconscientes.
Soma – refere-se aos processos físicos
Mente – diz respeito à experiência interna do organismo.


Grounding, na Análise bioenergética, é conhecida como a sensação de contacto entre os pés e o chão, que representa o contacto de um indivíduo com a realidade básica de sua existência. Há diferentes graus de contacto com o chão; se a pessoa estiver firmemente plantada na terra, identificada com seu corpo, ciente da sua sexualidade e orientada para o prazer, dizemos que esta pessoa está grounded.

O grounding consiste em quatro funções:
·         Contacto com o corpo;
·         Contacto com a terra;
·         Contacto com o psiquismo;
·         Contacto com a sexualidade.

O contacto com o corpo envolve a liberdade de movimentos em todas as modalidades de expressão. A pessoa que tem pés firmes no chão caminha graciosamente e pode expressar a agressão e o amor com movimentos apropriados.


A função do organismo é ser a principal via de descarga para o excesso de excitação energética e, por isso mesmo, uma das funções do prazer primário do organismo. Quando a pelve está bloqueada, o indivíduo não consegue ficar completamente firme no chão. Para estar adequadamente grounded o ser precisa estar respirando livremente, fazendo contacto com os olhos e expressando-se através da voz, do movimento e da sexualidade, ou seja, precisa estar em contacto com o seu verdadeiro self.


Carácter é a atitude básica com a qual o indivíduo confronta a vida, segundo Alexander Lowen. É o modo típico de uma pessoa conduzir sua busca de prazer. Além de ser, indiscutivelmente também, a forma com a qual o indivíduo reage em defesa à dor. É, portanto, uma forma peculiar, repetitiva e habitual de resposta que estabelece, congela e estrutura uma atitude psicológica, emocional e corporal do indivíduo diante do mundo. Sintetizando, é a forma como a pessoa se reconhece e é reconhecida. O carácter descreve uma realidade objectiva. Ele pode ser facilmente observado por outros, mas somente com grande dificuldade é que o próprio indivíduo se conscientiza do seu carácter, pois ele está muito identificado com este, ele o toma como o seu "jeito de ser".

Portanto, sua energia não está totalmente disponível para a vida, mas grande parte dele está direccionada para se defender, ou seja, para construir e dar manutenção a uma estrutura de carácter. Nesse sentido, na medida em que torna o indivíduo menos flexível diante de situações novas, toda estrutura de carácter é patológica, pois limita a possibilidade deste se entregar aos seus sentimentos e de responder de forma mais espontânea aos estímulos de prazer e de dor.


A Análise Bioenergética foi criada com aplicação, eminentemente, clínica, através da psicoterapia.

A visão da clínica ampliada fundamenta a nossa experiência em vários campos de acção a saber: na clínica, nos hospitais, na educação, nas organizações, nas políticas públicas, nas comunidades carentes.


Na clínica, destacamos a psicoterapia que pode ser aplicada na modalidade individual, em grupo, em casal e em família. O analista em bioenergética faz uma leitura e escuta do inconsciente, através da linguagem verbal e corporal, expressas no setting terapêutico e na relação paciente/terapeuta. Há uma compreensão de que a história individual está inter-relacionada com a dinâmica familiar, inseparáveis da cultura e do momento histórico vividos no passado e no presente.

Actualmente, a desigualdade social, a velocidade e excesso de informações, as pressões e estimulações, tornam a psicoterapia, por si só, insuficiente para a manutenção da saúde.

Alexander Lowen mantinha na sua prática diária e recomendava a todas as pessoas os exercícios de Bioenergética como forma de ampliar a respiração, favorecer o contacto com o self, permitir a expressão dos sentimentos, o fluir da energia e preservar a vitalidade. (LOWEN, 1985, p. 114)

Além dos exercícios, incluímos os conceitos básicos da Análise Bioenergética - grounding, respiração, sonorização – juntamente com o processo de grupo, no trabalho com profissionais da área de saúde. O objectivo desta intervenção é dar suporte aos profissionais que trabalham em hospitais, lidando, diariamente, com as questões existenciais – dor, sofrimento, decrepitude e morte, – com contínua pressão e, geralmente, sem preparação emocional.

Grande parte dos profissionais de medicina e enfermagem são orientados, para o exercício da profissão, a não fazer contacto com os sentimentos em relação aos pacientes, como forma de defesa, à medida que lidam com as questões e dores existenciais, nem sempre suficientemente elaboradas em si mesmos. Esta forma de actuar acumula tensões emocionais que podem gerar adoecimento.


De um modo geral, a maioria das empresas dá pouco espaço para a expressão dos sentimentos e, como consequência, muitas pessoas mostram-se insatisfeitas, infelizes no ambiente de trabalho e adoecem cada vez mais e mais cedo. Naturalmente, que a convivência é prejudicada por um clima de competição, de desconfiança, de conflitos não resolvidos, que acabam por gerar um processo de adoecimento individual, grupal e organizacional.

A leitura corporal e energética dos grupos, o conceito de grounding, a respiração, a sonorização e os diversos exercícios mostraram-se fundamentais nas intervenções, focadas no desenvolvimento e integração das equipes.

Pela Análise Bioenergética, procuramos desbloquear as tensões corporais, estimulando as pessoas a entrarem em contacto consigo, através do contacto com seus corpos, com as sensações, com os sentimentos que, integrados e expressos, promovem saúde.

Busca-se desenvolver nas pessoas maior auto percepção, auto expressão e o autodomínio das emoções, geralmente, reprimidas no ambiente do trabalho.

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A análise Bioenergética contribui nas escolas com orientação aos pais e educadores, bem como em actividades de integração da equipe de gestores e professores.













De uma maneira geral, observou-se uma riqueza de possibilidades na utilização da psicologia corporal, enquanto ferramenta terapêutica, mas é escassa a disponibilidade de artigos, publicados em periódicos indexados, que abordem temáticas relacionadas à psicologia corporal.

Apesar das inúmeras possibilidades em termos de saúde, que a análise bioenergética pode proporcionar, comprovadas e descritas em muitos artigos científicos, praticamente não existem políticas públicas em Angola que considerem sua inserção, no campo da saúde colectiva como ferramenta complementar.





BOADELLA, David. Nos caminhos de Reich. São Paulo: Summus,1997.

LOWEN, Alexander. Alegria: a entrega ao corpo e à vida. São Paulo: Summus,
1997.

MONTEIRO, F. R. Psicossomática e análise energética: um diálogo em expansão. Recife, 2007. 29f. Monografia (Especialização Clínica em Análise Bioenergética) – Libertas Clínica Escola.

PORGES, Stethen. Teoria polivagal: fundamentos neurofisiológicos das emoções, apego, comunicação e autorregulação. Rio de Janeiro: Senses Aprendizagem e Comunicação, 2012

REICH, Wilhem. A função do Orgasmo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1984.

_____________ Escuta, Zé ninguém. São Paulo. Martins Fontes, 1982.

____________ Análise do carácter. São Paulo: Martins Fontes, 1985.

SAFRA, Gilbert. O sef e a lágrima. São Paulo: Edições Sobernorte, 2005.

____________Tarefas do percurso humano: uma abordagem antropológico-psicanalítica do processo maturacional. São Paulo: Edições Sobernorte, 2005.

____________Reinventando a clínica contemporânea: novos parâmentros para novas formas de adoecimento. São Paulo: Edições Sobernorte, 2006.





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