quinta-feira, 14 de julho de 2016

PENSAMENTO PEDAGÓGICO POSITIVISTA - Trabalho de Pedagogia

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO INOCÊNCIO NANGA (ISPIN)
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA


                                            






HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO





PENSAMENTO PEDAGÓGICO POSITIVISTA





















LUANDA
2016


      INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO INOCÊNCIO NANGA (ISPIN)
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA





HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO





PENSAMENTO PEDAGÓGICO POSITIVISTA




INTEGRANTES

       Delma Joaquim Chilepo Rocha
       Engrácia Rodrigues Dembo
       Osvaldo Faustino Paulino Faria

Grupo nº: 03
Sala: 19
Turma: PGM
Período: Manhã
Ano:




Trabalho de pesquisa bibliográfica apresentado ao curso de Pedagogia na disciplina de História da Educação como requisito parcial para obtenção de notas.


Orientadora: Margarida Armindo







LUANDA
2016




Agradecemos em primeiro lugar a Deus que nos deu vida e saúde e fez com que a realização deste trabalho fosse uma realidade, em segundo lugar aos nossos pais, esposas e esposos e em geral a todas as pessoas que têm directa ou indirectamente nos apoiado.






Este trabalho apresenta uma reflexão sobre a educação segundo a filosofia positivista e, particularmente, baseado nos pensamentos de Augusto Comte, Herbet Spencer, Émile Durkheim e outros. Faz-se uma abordagem inicial como ambiência a respeito do surgimento da filosofia positivista. Por fim, há uma tomada de posição quanto à educação segundo os critérios positivistas.

Palavras-chave: Filosofia, Positivismo, Positivismo e Educação.





This paper presents a reflection on education according to the positivist philosophy and particularly based on the thoughts of Auguste Comte, Herbert Spencer, Emile Durkheim and others. It makes an initial approach as ambience about the emergence of positivist philosophy. Finally, there is a position as to educate tion according to positivist criteria.

Keywords: philosophy, positivism, positivism and education.





O pensamento do século XIX não foi apenas influenciado por mudanças económicas e sociais, também deve ser compreendido de acordo com o momento em que se encontravam a filosofia e a ciência. No século XVIII, Kant havia desenvolvido importantes reflexões sobre as possibilidades e limites da razão. Neste mesmo século, diferentes linhas filosóficas interpretaram o pensamento kantiano; entre elas encontra-se o Positivismo.

Geralmente, o francês Augusto Comte (1798-1895) é o mais conhecido como o iniciador da corrente positivista. Todavia, do ponto de vista histórico, vê-se que as ideias positivistas já se encontravam difundidas na sociedade.






2.1
Debater acerca da temática “Positivismo e Educação” é bastante apaixonante e ao mesmo tempo um grande desafio, pois se observa a necessidade de não esquecermos dois assuntos não menos importantes, e intrínsecos à eles que são: conhecimento e ideologia. A educação tem sido alvo dos mais diversos tipos de debate em nossos dias. Escutam-se discursos inflamados, no sentido de prioridade nacional, posicionamentos conservadores, revolucionários etc., todos acompanhados de “diagnósticos e receitas”, que visam solucionar as deficiências e fracassos da educação contemporânea. Concomitantemente a essas questões surgem os métodos de educar. Porém, é necessário ressaltar que a preocupação com a educação não é privilégio dos nossos dias, nem da escola nos moldes actuais.









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Os povos primitivos, segundo Monroe, procuravam educar com o objectivo de ajustar a criança ao ambiente físico e social. Essa educação ocorria através da experiência das gerações passadas, onde o primeiro passo era a imitação, depois temos a iniciação que poderia ser breve ou durar anos. A iniciação educativa apresentava: valor moral, valor social e político, valor religioso e valor prático; tais ensinamentos eram adquiridos através dos feiticeiros, curandeiros, xamãs, etc. Portanto, estes constituíam a classe de professores mais primitivos.

Na transição da sociedade primitiva para os primeiros estágios da civilização, observa-se a substituição da organização genética pela política e a formação da linguagem escrita e da literatura.

Na Grécia, que é considerada o berço da civilização ocidental, aparece um novo conceito de educação que ainda hoje é denominada de liberal, pois se implanta a educação digna do homem livre (referente aos cidadãos livres da Grécia Antiga), significando a preparação para a cidadania, para o desenvolvimento intelectual da personalidade, o amor ao saber pelo saber (filosofia), e a ideia Socrática de que o indivíduo deve procurar conhecer a si próprio. O método de Sócrates era a Maiêutica, onde objectivava o nascimento das ideias do próprio discípulo como se fosse um parto onde o mestre seria apenas o instigador, o provocador através do diálogo. Assim sendo, a educação e a busca do conhecimento deixam de ser imitação e informações prontas e pré-estabelecidas, pelas gerações adultas às gerações mais jovens, incentivando e encaminhando para a capacidade de pensar.

A teoria positivista recebe várias denominações, porém existe um “apelido” muito sugestivo e importante para o tema aqui abordado “Positivismo e Educação”, que é aquilo que os adversários do positivismo denominam de “Teoria Académica”, já que esta teoria tem como alvo principal todo o sistema escolar, ou seja, as academias, as universidades, posto que são nesses locais que se formam as mentalidades. Portanto, nada mais propício para difundir as ideias de que a sociedade é regida por leis naturais, invariáveis e independentes da vontade e da acção humana, onde o indivíduo é um sujeito passivo e não um agente activo na construção da realidade e da história.

A segunda fase da teoria positivista segue uma directriz conservadora da sociedade, através de dois grandes teóricos: Comte e Durkheim, que a entendem pela busca de um conhecimento neutro, livre de ideologias, de pré-noções e de juízos de valor. Mas, é Durkheim a maior referência de boa parte da literatura positivista, já que a transforma na perspectiva básica da ciência social universitária, académica ou burguesa, afirmando que a tarefa do positivismo é explicar aos estudantes que os fenómenos psíquicos e sociais são como os fatos naturais que não dependem da vontade humana, portanto, as revoluções são tão impossíveis quanto os milagres.

O termo identifica a filosofia que busca seus fundamentos na ciência e na organização técnica e industrial da sociedade moderna. O método científico é o único válido para se chegar ao conhecimento. Reflexões ou juízos que não podem ser comprovados pelo método científico, como os postulados da metafísica, não levam ao conhecimento e não tem valor.

Filósofo e sociólogo francês (19/01/1798-05/09/1857), é considerado o fundador do positivismo. Nasceu em Montpellier, filho de um fiscal de impostos. Aos dezasseis anos, ingressou na Escola Politécnica, recebendo influência do pensamento científico de Carnot, Lagrange e Laplace. Em 1816, a Escola Politécnica foi temporariamente fechada, devido a questões políticas. No ano seguinte, Comte tornou-se secretário do filósofo Sain-Simon, de cujo pensamento social e político recebeu profunda influência. Em 1824, discordâncias teóricas provocaram a separação desses dois pensadores. Neste mesmo ano casou-se com Caroline Massin e passou a ministrar aulas particulares de matemática.

Dois anos depois, Comte iniciou em sua própria casa um curso, onde pretendia abordar as ideias centrais de sua filosofia. Contudo, uma crise mental seguida de profunda depressão, sofrida pelo filósofo, impediu-o de levar adiante seu projecto. Em 1832, Comte retornou à Escola Politécnica, na função de repetidor de análise matemática e de mecânica. Apesar de várias tentativas, jamais conseguiu ocupar uma cátedra nesta escola. Em 1842, Comte separou-se de sua esposa. Dois anos depois, perdeu seu cargo, passando a depender de amigos e admiradores. Em 1844, conheceu Clotilde de Vaux, por quem se apaixonou. Esta relação influenciou seu pensamento a ponto de criar uma nova religião, a religião da humanidade.

Algumas de suas principais obras são: plano de trabalhos científicos necessários à reorganização da sociedade; curso de filosofia positiva; sistema de política positiva; catecismo positivista.



O objectivo do método positivo de investigação é a pesquisa das leis gerais que regem os fenómenos naturais. Assim, o positivismo diferencia-se do empirismo puro porque não reduz o conhecimento científico somente aos fatos observados. É na elaboração de leis gerais que reside o grande ideal das ciências. Com base nessas leis, o homem torna-se capaz de prever os fenómenos naturais, podendo agir sobre a realidade. Ver para prever é o lema da ciência positiva. O conhecimento científico torna-se, desse modo, um instrumento de transformação da realidade, de domínio do homem sobre a natureza. As transformações impulsionadas pelas ciências visam o progresso; este, porém, deve estar subordinado à ordem. Temos, então, um novo lema positivista aplicado à sociedade: ordem e progresso.

Na obra Discurso sobre o espírito positivo, Comte aponta as características fundamentais que distinguem o positivismo das demais filosofias:

       Realidade – pesquisa de fatos concretos, acessíveis à nossa inteligência, deixando de lado a preocupação com mistérios impenetráveis, referentes às causas primeiras e últimas dos seres;

       Utilidade – busca de conhecimentos destinados ao aperfeiçoamento individual e colectivo do homem, desprezando as especulações ociosas, vazias e estéreis;
       Certeza – obtenção de conhecimentos capazes de estabelecer a harmonia lógica na mente do próprio indivíduo e a comunhão em toda a espécie humana, abandonando as dúvidas indefinidas e os intermináveis debates metafísicos;
       Precisão – estabelecimento de conhecimentos que se opõem ao vago, baseados em enunciados rigorosos, sem ambiguidades;
       Organização – tendência a organizar, construir metodicamente, sistematizar o conhecimento humano;
       Relatividade – aceitação de conhecimentos científicos relativos. Se não fosse relativos, não poderia ser admitida a continuidade de novas pesquisas, capazes de trazer teorias com teses opostas ao conhecimento estabelecido. Assim, a ciência positiva é relativa porque admite o aperfeiçoamento e a ampliação dos conhecimentos humanos.


A lei dos três estados resume o pensamento de Comte sobre a evolução histórica e cultural da humanidade. Conforme escreveu em seu Curso de filosofia positiva, essa lei consiste  em que cada uma de nossas concepções principais, cada ramo de nossos conhecimentos, passa sucessivamente por três estados históricos diferentes: estado teológico ou fictício, estado metafísico ou abstracto, estado científico ou positivo.

Vejamos como o próprio Comte caracteriza cada um desses três estados:

       No estado teológico – o espírito humano, dirigindo essencialmente suas investigações para a natureza íntima dos seres, as causas primeiras e finais de todos os efeitos que o tocam, numa palavra, para os conhecimentos absolutos, apresenta os fenómenos como produzidos pela acção contínua e directa de agentes sobrenaturais mais ou menos numerosos, cuja intervenção arbitrária explica todas as anomalias aparentes do universo.
       No estado metafísico – que no fundo nada mais é do que simples modificação geral do primeiro: os agentes sobrenaturais são substituídos por forças abstractas, verdadeiras entidades(abstracções personificadas) inerentes aos diversos seres do mundo, e concebidas como capazes de engendrar por elas próprias todos os fenómenos observados, cuja explicação consiste, então, em determinar para cada uma entidade correspondente.
       No estágio positivo – o ser humano desiste de procurar as causas íntimas dos fenómenos para, através da observação e do método científico, estabelecer as leis gerais que os regem. O estado positivo, portanto, corresponde à maturidade do espírito humano que não é mais enganado por explicações vagas, uma vez que pode alcançar o real, o certo e o preciso.

Pode-se dizer que o conhecimento positivo busca "ver para prever, a fim de prover" ou seja, conhecer a realidade para saber o que acontecerá a partir de nossas acções, para que o ser humano possa melhorar sua realidade. Assim, a previsão científica caracteriza o pensamento como positivo.

Destas leis, ele deduziu o sistema educacional. Comte afirmava que em cada homem as três fases se reproduziriam, ou seja, cada “ser” repetiria as “fases da humanidade”.


Então seguindo Comte veio Herbert Spencer, admirador profundo da obra de Charles Darwin: e dono da expressão: “que sobreviva o mais apto”.

Para Spencer a educação consistia em obter preparação completa do homem para a vida inteira. Influenciado por ideais naturalistas de Rousseau, ele deu grande importância à educação física e ao estudo da natureza.

Herbert Spencer foi cientista e matemático, sempre mostrou interesse nas ciências sociais, foi o maior nome e representante do positivismo, corrente fundada por Augusto Comte.

Spencer deduziu um princípio para todo desenvolvimento, que é a lei da multiplicação dos efeitos, causada por uma força absoluta que não pode ser conhecida pelo entendimento humano. Trata-se, para Spencer, de uma lei da natureza, uma vez que ele se recusava a levar em conta, para efeito científico, a possibilidade de forças sobrenaturais. O filósofo, herdeiro da linhagem empirista britânica e também influenciado pelo positivismo, era agnóstico e combatia a influência religiosa no ensino e na ciência. O próprio termo agnosticismo, para se referir a uma postura filosófica que só admite os conhecimentos adquiridos pela razão, foi criado por um amigo e defensor de Spencer e Darwin, o naturalista Thomas Huxley (1825-1895).

Portanto, Seguindo Comte, Herbert Spencer (1820 1903) deixou de lado a concepção religiosa do mestre e valorizou o princípio da formação científica na educação. Buscou saber que conhecimentos realmente contavam para os indivíduos se desenvolverem. E concluiu que os conhecimentos adquiridos na escola necessitavam, antes de mais nada, possibilitar uma vida melhor, com relação à saúde, ao trabalho, à família, para a sociedade em geral.


Um dos principais expoentes na sociologia da educação positivista foi Émile Durkheim (1858 1917). Ele considerava a educação como ima¬gem e reflexo da sociedade. A educação é um fato fundamentalmente social, dizia ele. Assim, a pedagogia seria uma teoria da prática social.

Pai do realismo sociológico, Émile Durkheim, explica o social pelo social, como realidade autónoma. Tratou em especial dos problemas morais (o papel que desempenham, como se formam e se desenvolvem), concluindo que a moral começa concomitantemente à vinculação com o grupo.

Algumas ideias de Durkheim:

       A primeira e mais fundamental regra é considerar os fatos sociais como coisas. A sociedade se comparava a um animal: possui um sistema de órgãos diferentes onde cada um desempenha um papel específico. Alguns órgãos seriam naturalmente mais privilegiados do que outros. Esse privilégio, por ser natural, representaria um fenómeno normal, como em todo organismo vivo onde predomina a lei da sobrevivência dos mais aptos e a luta pela vida;
       O homem nasce egoísta e só a sociedade, por meio da educação, pode torná-lo solidário. A educação é acção exercida pelas gerações adultas sobre as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social;

       A educação é um esforço contínuo para preparar as crianças para a vida em comum. Daí a necessidade de impor às crianças maneiras adequadas de ver, sentir e agir, às quais elas não chegariam espontaneamente;
       Os fins da educação devem ser determinados pela sociologia. Pedagogia e educação não representam mais do que um anexo da sociedade e da sociologia, portanto, deveriam existir sem autonomia;
       Por meio da educação deve-se suscitar e desenvolver na criança certo número de estados físicos, intelectuais e morais, exigidos pela sociedade política no conjunto e pelo meio espacial a que ela particularmente se destina.

Esse conjunto de idéias pedagógicas e sociais revela o caráter conservador e reacionário da tendência positivista na educação.

O positivismo, cuja doutrina visava à substituição da manipulação mítica e mágica do real pela visão científica, acabou estabelecendo uma nova fé, a fé na ciência, que subordinou a imaginação científica à pura observação empírica. Seu lema sempre foi “ordem e progresso”. Acreditou que para progredir é preciso ordem e que a pior ordem é sempre melhor do que qualquer desordem. Portanto, o positivismo tornou-se uma ideologia da ordem, da resignação e, contraditoriamente, da estagnação social.

Para os pensadores positivistas, a libertação social e política passava pelo desenvolvimento da ciência e da tecnologia, sob o controle das elites. O positivismo nasceu como filosofia, portanto interrogando‑se sobre o real e a ordem existente; mas, ao dar uma resposta ao social, afirmou‑se como ideologia.

A teoria educacional de Durkheim opõe se diametralmente à de Rousseau. Enquanto este afirmava que o homem nasce bom e a sociedade o perverte, Durkheim declarava que o bomem nasce egoísta e só a sociedade, através da educação, pode torná lo solidário. Por isso, a educação para o último se definia como ação exercida pelas gerações adultas sobre as gerações que não se encontravam ainda preparadas para a vida social.

Portanto, assim como em Comte, o pensamento de Durkheim revela o carácter conservador e reaccionário da tendência positivista na educação.



O pensamento positivista caminhou, na pedagogia, para o pragmatismo que só considerava válida a formação utilizada praticamente na vida presente, imediata. Entre os pensadores que desenvolveram essa tese encontram se Alfred North Whitehead (1861 1947), para quem “a educação e a arte de utilizar os conhecimentos”, Bertrand Russel (1872 1970) e Ludwig Wittgenstein (1889 1951). Os dois últimos preocuparam-se sobretudo com a formação do espírito científico e com o desenvolvimento da lógica.








Ao longo dos anos, surgiram várias correntes de pensamento, que tinham por objectivo maior, compreender as diferentes formas de enfrentamento da realidade e entender também as possibilidades da razão humana captar o real e interpretá-lo. O positivismo não fugiu à regra e surgiu durante a segunda metade do século XX e teve como principal teórico e divulgador Augusto Comte, o qual se baseia na ciência e na organização técnica e industrial da sociedade moderna.

Podemos perceber a partir dessa breve discussão acerca do positivismo que mesmo que muitos tenham, principalmente na academia, grande repulsa pelo método positivista, ele ainda está presente na prática. Ainda mais na área de educação, onde a novidade sempre é aclamada, mesmo que esta novidade seja somente uma retomada de ideias e acções pedagógicas separadas da contemporaneidade muitas vezes por séculos (ou até mesmo milénios!). Conhecer o passado para entender as relações existentes em nossa época é de suma importância, sobretudo no campo educacional, uma vez que educação é também construção social. Entender a novidade como retomada, muitas vezes evita que simplesmente nos dobremos, enquanto educadores, à mesma com entusiasmo.





ARANHA, Maria Lúcia de A. História da Educação. 2 ed. ver. e atual.. São Paulo:Moderna, 1996.

COMTE, Auguste. Discurso sobre o espírito positivo: ordem e progresso. Trad: Renato B. R. Pereira, revista por Ivan Lins. Porto Alegre, Globo; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1976.

DURKHEIM, Émile. Educação e sociologia. São Paulo, Melhoramentos, 1955.

GADOTTI, Moacir. História das ideias pedagógicas. 8. ed. São Paulo: Ática, 2001.

TEMAS DE FILOSOFIA – 2ª ed. Revisada. São Paulo: – Ed. Moderna, 1998.






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2 comentários:

  1. também me formei neste instituto, terminei o ano passado e fico muito feliz por ver publicações deste instituto.

    um trabalho feito com qualidade, creio que deveria ter mais conteúdo. bjos

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