sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Humanismo - Trabalho Completo por Vieira Miguel Manuel



INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO INOCÊNCIO NANGA







 



PSICOLOGIA DA SAÚDE


  HUMANISMO
Grupo: 2
Curso: Enfermagem
Sala: 02
Período: Manhã
1º Ano
 








               








O DOCENTE

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Deolinda Sapalalo



Luanda/2014

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Índice



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Integrantes do Grupo



1. Orlando Estévão
2. Leandro Teixeira
3. Wilson Samuel



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O trabalho tem por objectivo explicar sobre o Humanismo, que é o movimento que exalta o ser humano em sua forma mais valorizada e plena, surgiu entre a Idade Média e o Renascimento, teve início na Itália e de lá se manifestou para o restante da Europa. O trabalho também explica sobre as transformações na estrutura da sociedade, as principais mudanças entre a concepção medieval e a concepção moderna, os famosos escritores do período humanista, o uso da sátira para criticar os costumes da época.






Humanismo, no sentido amplo, significa valorizar o ser humano e a condição humana acima de tudo. Está relacionado com generosidade, compaixão e preocupação em valorizar os atributos e realizações humanas.

O humanismo foi um movimento intelectual iniciado na Itália no século XIV com o Renascimento e difundido pela Europa, rompendo com a forte influência da Igreja e do pensamento religioso da Idade Média. O teocentrismo (Deus como centro de tudo) cede lugar ao antropocentrismo, passando o homem a ser o centro de interesse. O humanismo procura o melhor nos seres humanos e para os seres humanos sem se servir da religião.


O humanismo estabeleceu os fundamentos ideológicos do renascimento europeu. O humanismo renacentista surgiu com uma nova postura em relação à doutrinas religiosas em vigor na altura, ocorrendo um afastamento para que fosse possível uma avaliação mais racional dessas mesmas doutrinas.

Durante o renascimento, o humanismo também foi caracterizado por tentativas de libertar o ser humano das regras rígidas do cristianismo da era medieval. Em sentido lato, o humanismo nesta época serviu como uma luta contra a obscuridade medieval, e levou à criação de um comportamento científico livre de normas teológicas.


O Humanismo também corresponde a uma escola literária que teve preponderância nos séculos XIV e XV. Na literatura, destaca-se a poesia palaciana (que surge dentro dos palácios), escrita por nobres que retratavam os usos e costumes da corte. Alguns escritores italianos que mais impacto causaram foram: Dante Alighieri (Divina Comédia), Petrarca (Cancioneiro) e Bocaccio (Decameron).


O Humanismo Secular, também conhecido como Humanismo Laico, é uma corrente filosófica que aborda a justiça social, a razão humana e a ética. Seguidores do Naturalismo, os humanistas seculares são normalmente ateus ou agnósticos, renegando a doutrina religiosa, a pseudociência, a superstição e o conceito de sobrenatural. Para os humanistas seculares, estas áreas não são vistas como alicerce da moralidade e da tomada de decisões.

Ao contrário, um humanista secular tem como base a razão, a ciência, a aprendizagem através de relatos históricos e da experiência pessoal, sendo que estes constituem suportes éticos e morais, podendo dar sentido à vida.

                                                                                                     
A psicologia humanista teve sua origem nos anos 50, e sua importância aumentou significativamente nas décadas 60 e 70. Sendo um ramo da psicologia e mais concretamente da psicoterapia, a psicologia humanista surgiu como uma reação à análise exclusivamente feita ao comportamento. É considerada como uma abordagem adicional, juntamente com a terapia comportamental e psicanálise.

Tendo como base o humanismo, a fenomenologia, a autonomia funcional e o existencialismo, a psicologia humanista ensina que o ser humano possui no seu interior um potencial de autorrealização. A psicologia humanista não tem como propósito fazer uma revisão ou adaptação de conceitos psicológicos já existentes, mas de ser uma nova contribuição na área da psicologia.


O Humanismo desenvolveu-se de modo notável e atingiu o apogeu na Itália, no século XV, devido a vários factores, entre os quais destacam-se:

·               A protecção dos mecenas;
·               A fuga dos sábios bizantinos para a Itália;
·               A invenção da imprensa.

Da Itália expandiu-se pela Europa, onde apareceram escritores famosos que marcam o apogeu do Humanismo:


Desidério Erasmo, holandês, sábio, literato e filósofo, "Príncipe dos Humanistas", foi o maior humanista do Renascimento. Era profundo conhecedor da cultura greco-romana. Foi conselheiro do Imperador Carlos V. Escreveu "Adágios", "Colóquios" e a mais celebre de todas: "Elogio da Loucura", criticando os costumes, as superstições, a ignorância e o fanatismo dos seus contemporâneos.


Grande chanceler da Inglaterra no reinado de Henrique VIII, escreveu "Utopia". Foi decapitado por ter-se conservado fiel ao catolicismo e não querer aceitar o poder espiritual do rei. Foi canonizado em 1935.


Padre dominicano e filósofo, combateu a Escolástica e preconizou o método experimental. Esteve preso 27 anos por suas idéias avançadas. Escreveu a obra "A Cidade do Sol".


Grande humanista espanhol, amigo e discípulo de Erasmo. Lecionou na Sorbonne e em Oxford. Escreveu sobre Filosofia, Teologia, Moral e Pedagogia. Foi professor de Maria Tudor, filha de Henrique VIII. Escreveu "Instrução da Mulher Cristã".





O humanismo fundamentou-se inicialmente na herança medieval, mesmo contrapondo-se ao sistema existente. Assim, através dos tempos, a Sagrada Escritura forneceu aos homens uma cosmologia, uma história, uma moral e uma finalidade existencial, enquanto a Idade Média edificara uma filosofia de início submissa à teologia, mas tendendo progressivamente a explicar sobretudo os pontos em que a Bíblia não mais satis­fazia a curiosidade do espírito humano. Criou-se então uma ciência que permitiu ao homem compreender o mundo para tentar dominá-lo.

A filosofia e a ciência baseavam-se em Aristóteles, conheci­do integralmente a partir do século XIII, por intermédio de tra­dutores e comentadores árabes e judeus. Através de tradu­ções, conheceu-se uma lógica, um modo racional, uma concep­ção do conhecimento e um corpo científico.

Tomás de Aquino, frente a um pensamento tão completo e totalmente estranho ao cristianismo, introduziu uma solução global, proclamando a unidade profunda da verdade através do acordo da fé com a razão. Contudo, no fim do século XV, apenas alguns pensadores defendiam o tomismo, pois o nominalismo de Guilherme D'Occam (1280-1349) passara a dominar os ensinamentos universitários. Para D'Occam, as verdades da fé não comportavam uma análise racional, enquanto a razão, a partir das aparências sensíveis, podia elaborar uma ciência pu­ramente experimental, que nada devia à Escritura. Esse conhe­cimento individualizava os conceitos que os homens usavam para designar as espécies.

Esse divórcio entre a fé e a razão trouxe inúmeras conse­quências nos domínios religiosos, filosófico e científico, configu­rando a crise do pensamento medieval, a qual explica a hostili­dade dos humanistas à Escolástica e o sucesso dos novos pen­samentos.

A fonte mais viva do humanismo talvez seja a redescober­ta da Antiguidade. Embora a Idade Média não ignorasse tal período, via-o de modo truncado e deformado. Truncado, por­que não conhecia a maior parte da literatura grega, senão através das análises latinas (por exemplo, Homero, através de Virgílio, ou os estóicos, através de Cícero). Deformado, por aquelas obras satisfazerem apenas politicamente as instituições do Estado Romano.


Com a revelação da filosofia de Platão, avaliaram-se nova­mente as doutrinas de Aristóteles. Averróis (1126-1189) pro­pôs uma nova interpretação de Aristóteles: a separação total da filosofia e da fé. Em Pádua, Pietro Pompanazzi (1462-1525) fundamentou a doutrina filosófica naturalista. Outros pensadores da Pádua continuaram seus ensinamentos, que in­troduziram no universo um estrito determinismo, não cedendo lugar à intervenção divina. O averroísmo paduano foi bastante importante durante todo o século, influenciando desde Rabelais a Copérnico.

Entretanto a verdadeira filosofia humanista, impregnada pelo pensamento de Platão, consolidou-se com Marsilo Ficino (1433-1499), protegido por mecenas como Cosme e Lourenço, o Magnífico. Ficino escreveu a Teologia Platônica, em que criou uma ontologia para o neoplatonismo: "Deus é o ser de que emanam todos os outros seres, hierarquizados segundo suas ordens de pureza. As almas austrais e anjos são puras criaturas celestiais, imortais e perfeitas, que asseguram a marcha que compõe o universo incorruptível. Em contraposição, encon­tra-se o universo material, composto por criaturas e idéias próximas de Deus, que necessitam de formas sensíveis para exis­tir, mas estas formas não são mais que traduções imperfeitas e corruptíveis dos arquétipos divinos". Em síntese, no centro do cosmos, o homem era alma imortal, imagem de Deus, criatura privilegiada entre todas, embora sendo material. Sua vocação para o conhecimento ultrapassava o mundo das aparências sen­síveis e atingia as idéias, que lhe permitiam alcançar Deus.

Porém o homem podia assemelhar-se a Deus, primeira­mente, e depois identificar-se com ele, se Deus o quisesse, pela criação. O homem era, como Deus, um artista universal. O "homem viu bem a ordem dos céus, a origem dos seus movimentos, sua progressão, sua distância e sua acção. Quem poderia, portanto, negar que ele possui o próprio génio do criador e que seria capaz de moldar os céus, se tivesse os instrumentos e a matéria celeste? O homem é o Deus de todos os seres materiais que ele trata, modifica e transforma". (MOUSNIER, Roland. História Geral das Civilizações. São Paulo, Difel, v. 9, p. 22)

Essa filosofia, profundamente idealista, baseada na procu­ra do divino, caracterizou o pensamento dos humanistas ita­lianos no fim do século XV e início do século XVI.


O homem, por ser o centro da reflexão humanista, elabo­rou uma ética individual e social.

A moral humanista individual repousava sobre o optimismo: criatura privilegiada, o homem era naturalmente bom e estava próximo ao plano divino. Embora essa doutrina se chocasse com a do pecado original, afirmava que a razão humana, Ins­truída pela filosofia e sustentada pela graça divina, possibilitava a todos a ordem da harmonia da natureza. Assim, a moral individual era o respeito do homem por si mesmo e sua obediência às aspirações naturais e boas que descobria em seu interior.

No plano colectivo e social, essa moral individual preserva­va a liberdade e tudo aquilo que permitisse ao homem uma es­colha racional do bem. Erasmo e Rabelais, nos seus escritos políticos, elaboraram a maneira de governar segundo esta con­cepção: "O bom príncipe deve se valer do bem comum, deve respeitar os direitos de cada um, deve fazer reinar a paz, re­nunciar às conquistas ambiciosas, lutar contra o luxo e proteger os pobres".

Thomas More foi mais longe ao descrever, em sua obra Utopia (1516), uma sociedade ideal. Condenando o absolutismo, por reduzir a liberdade natural dos homens, os privilégios, por estimularem o espírito de proveito, e o poder do dinheiro, concluiu: "Onde a propriedade é um direito individual, todas as coisas se medem pelo dinheiro, não se poderá jamais organizar a justiça e a prosperidade social".

O humanismo também inspirou o pensamento realista de Nicolau Maquiavel (1469-1527). Em sua obra O Príncipe (1513), contrariando teorias políticas medievais, ele estabele­ceu o princípio da autoridade, de sua aquisição e conservação, propondo a noção de poder legítimo: "O poder deve ser toma­do pela força, criado pelo direito. Para guardar o seu trono, o príncipe deve criar barreiras, inspirar a estabilidade, eliminar seus inimigos potenciais e sacrificar aqueles que se tornam in­submissos. A razão do Estado é o único motor da acção políti­ca". (M0USN1ER, Roland. A História Geral das Civilizações. v. 9, p. 49). Aqui a ética da liberdade individual proposta pelo humanismo termina em alienação colectiva.

Assim, além de o humanismo construir para o homem o ideal do belo, deu-lhe regras para a vida, meios para dominar o cosmos e ainda estruturou uma teologia. Os humanistas estudaram os manuscritos, compararam-nos e criticaram-nos, retornando ao grego e ao hebreu, para organizar novas ver­sões dos santos textos e novas traduções.

Os humanistas abordaram ainda os mistérios divinos so­bre a Trindade e a encarnação, indiferentes às formas dogmá­ticas. Erasmo, Rabelais e More propuseram que apenas alguns dos dogmas contidos na Escritura bastariam à religião. O resto a construção humana dominava.

Todos esses pensadores consideraram a Igreja uma insti­tuição aceita por Deus para ajudar os homens na salvação, servindo-lhes como exemplo e nunca como punição. Além disso, rejeitaram as superstições, as obrigações tradicionais, aceitando apenas o papel moralista da Igreja, fundado sobre a fé nas mensagens do Evagelho.


A humanização da Medicina assume notável protagonismo na agenda dos educadores na Academia e dos gestores nos diversos Sistemas de Saúde. O motivo é claro: nos dias de hoje a Medicina tem de ser forçosamente humana se quer pautar-se pela qualidade e pela excelência. Humanizar a Medicina é, assim, além de uma obrigação educacional uma condição de sucesso para o profissional de saúde.

O modo mais prático de perceber esta necessidade é observar as consequências que a sua ausência provoca. Quando existe um clamor pela Humanização de uma situação, de uma atitude ou profissão é porque de algum modo se reclama algo que se entende como essencial em determinada circunstância concreta. No caso da Medicina as chamadas de atenção costumam vir da parte do paciente, como advertência que orienta na recuperação de algo que, tendo-se o direito de esperar do médico e da Medicina, não se encontra na prática.

As advertências provenientes do paciente dificilmente recaem no aspecto técnico da Medicina, até porque o paciente não possui habitualmente recursos para avaliar correctamente deficiências dessa ordem. As carências que o paciente constata são, em última análise, carências na pessoa do médico, detentor do conhecimento e intermediário entre a tecnologia e o paciente. As insuficiências não são de ordem técnica, mas humana. Torna-se necessário vestir a ciência médica com trajes humanos, dissolver no aconchego humano a técnica moderna e os medicamentos que o paciente deverá utilizar. Quando tal não acontece, as insuficiências são sempre do profissional, e o prejuízo é do paciente, que acaba sofrendo de indigestões científicas nada reconfortantes. Caberá ao médico preocupar-se com esta temática, que não é em absoluto minúcia ou filigrana. Uma preocupação que se deve traduzir em ocupação activa estudo, reflexão, para aprofundar e, sobretudo, analisar o seu comportamento, detectar as deficiências e encontrar os caminhos do necessário aperfeiçoamento.

A bandeira da humanização da Medicina campeia, pois, como divisa em qualquer projecto moderno de assistência à saúde. Quem se oporia hoje à necessidade de humanizar a Medicina, os sistemas de saúde, a assistência hospitalar e mesmo o ensino médico? Mas, curiosamente, o objectivo que é consenso universal, não parece conseguir-se e, na hora de colocar em prática, tudo é muito mais complicado do que inicialmente parecia.

Busca-se a humanização no sistema e nos processos, medem-se parâmetros de eficiência, certifica-se qualidade, mas percebe-se que falta algo. As soluções estratégicas de gestão, bem como os programas de treinamento de recursos humanos não parecem satisfazer o cliente. As iniciativas que procuram humanizar os cenários da saúde – colocam-se quadros nas paredes, música ambiente, hotelaria de luxo – também não são suficientes. Gastam-se recursos abundantes nestas tentativas, mas parece que a humanização desejada não se atinge. Por quê?

A resposta é simples, contundente, embora sua aplicação prática seja muito mais trabalhosa: não é possível humanizar a Medicina sem humanizar o médico, sem que o humanismo penetre capilarmente na acção médica permitindo ao profissional harmonizar a técnica com o humanismo numa simbiose produtiva (1). As tentativas humanizantes debruçam-se sobre os sistemas e processos, mas não envolvem as pessoas que são a interface de humanização entre a Medicina e o paciente. E não as envolvem, porque não sabem como fazê-lo. Os processos podem ser medidos e qualificados, mas o interior das pessoas – a boa vontade, a dedicação e carinho – são qualidades que fogem a qualquer auditoria de qualidade.

Humanizar a Medicina é, pois, reinserir a ciência médica nas suas verdadeiras origens, recuperar a essência da acção médica. Parece, pois, sensato antes de empreender mais uma iniciativa de humanização destinada ao fracasso, perguntar-se o porquê a Medicina se desumanizou. Saber o que se perdeu e por que, evitará buscar soluções fáceis, periféricas, epidérmicas, e ineficazes. É preciso reflectir e ir ao âmago da questão, com valentia e coragem. E talvez neste ponto surjam as primeiras fraquezas: desistimos de reflectir, nos acomodamos num status quo como se não dependesse de nós a resposta a estas questões. Não é fácil admitir os próprios erros, e sempre temos à mão um sistema e alguns processos que facilmente podemos culpar pela desumanização da Medicina. Transferimos a responsabilidade aos entes corporativos, de modo que a nossa omissão profissional nos incomode menos. Mas essa atitude não é resolutiva, nem honesta. É preciso sair do impasse.

O primeiro passo que o médico – e o professor de Medicina – deve dar, se quer humanizar a Medicina, é admitir que, antes de tudo, se deve humanizar ele próprio. A responsabilidade primeira é toda dele, que deverá reflectir e buscar recursos para integrar a técnica – actualizada e moderna – com o humanismo que a prática médica requer. E terá de instalar um processo de construção própria que lhe permita não esquecer o que de verdade importa. Porque, dito de modo simples, a desumanização da Medicina é, sobretudo, um esquecimento lamentável daquilo que, sendo matéria de trabalho diária – o ser humano –, deixamos passar sem reparar na sua espessura, sem ponderar a dignidade que se envolve nesse relacionamento. Humanizar a Medicina será, de algum modo, recordar, um exercício activo da memória para lembrar quem somos como médicos, o que buscamos, qual é a nossa história.








Após o término do trabalho, conclui que o Humanismo foi de grande importância para que acontecessem as transformações na estrutura da sociedade, onde as cidades passaram a substituir o feudo como espaço onde se organizava a vida social. O Humanismo também marcou a retomada da literatura, assim, com o surgimento das cidades, a literatura passou a ser feita e consumida por toda a população. Os escritores frequentavam bastante os palácios da corte, e lá prestavam serviços. Ao decorrer do Humanismo, surgiu o teatro laico, que usava o humor crítico, para criticar os costumes da época.











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